terça-feira, 18 de junho de 2013

DEUS EXISTE. POR ISSO O HOMEM DE FERRO EXISTE - AUTORIA DE PÚBLIO JOSÉ.

PÚBLIO JOSÉ

 Desde o surgimento do primeiro homem, independente da visão criacionista ou evolucionista que envolve o tema, nunca deixou de existir interação entre o ser humano e a divindade. Independente de épocas, nomes, culturas, hábitos e estruturas político-sociais, o assunto sempre se fez presente na vida do homem, subsistindo até a fortes períodos de oposição à presença de uma pessoa de dimensão divina na rotina terrena. Mesmo o mais empedernido ateu, o mais encorpado descrente intui que existe algo a mais na existência do homem – de difícil ou mesmo de impossível explicação. Algo sobrenatural, muito além do Big Bang e da compreensão, atuou na origem do Universo – fato aceito por alguns, mesmo que de forma enviesada. Enquanto isso - embora formulando suas próprias respostas para tais fenômenos - o homem exercita uma verdadeira compulsão no sentido de buscar a imortalidade. Em diferentes culturas, em longínquas civilizações, em recônditos miseráveis ou em ambientes sofisticados, o homem cultiva uma chama que arde em seu interior e que, extravasada de forma incivilizada - ou mesmo obedecendo a conveniências sociais - o recoloca no mesmo caminho: a busca pela imortalidade. Ou, por outra, o que leva um feiticeiro indígena a querer diferenciar-se dos demais, acumulando conhecimento que só ele tem acesso, senão o desejo de se tornar algo que o aproxime do divino? E o que faz ambientes cultos e letrados criar organismos culturais, a título de academias de letras, nos quais impera a norma dos sócios se autodenominarem imortais? Ou o que move o monarca que se designa O Rei Sol? Ou o cientista que pesquisa formas de combater a morte, através de fórmulas sem fim que venham prolongar a vida humana, fazendo-a, digamos, imorredoura? Como se vê... Utilizando-se de bruxaria, de cultura, de poderio político, religioso ou militar, o homem vem tentando colocar-se acima do natural, buscando com sofreguidão um status que o faça imune à morte. Será este fenômeno algo casual, gratuito, de geração espontânea no psiquismo humano? Ou será que algo tão profundo, presença constante em pessoas, culturas e regiões tão díspares, ocorre de maneira semelhante ao nascimento da grama após as primeiras chuvas? Mistério... Nas histórias em quadrinhos, por exemplo, de onde vem o desejo dos criadores de ver seus heróis reverenciados como invencíveis..., como imortais? Mesmo sem ser conhecedor dos mistérios e enigmas que envolvem o universo de HQ, basta dar uma olhada no desempenho de seus heróis – aliás, super-heróis – para enxergar neles seres de atributos jamais encontráveis nos demais habitantes da Terra. De onde vem, então, esse conhecimento que não se aprende na escola e que se manifesta em Flash Gordon, Batman, Homem Aranha, Super Homem, Homem de Ferro e tantos outros, alçando-os ao time (suprema dádiva!) dos imbatíveis, dos imortais? Ora, se o Homem de Ferro tem status de deus para seu criador, lógico que é reflexo do sonho do artista de se ver imortal! Além do mais, defendendo injustiçados, humildes e fragilizados? Prática tirada de onde? Não seria da essência do Evangelho de Jesus? Se os super-heróis posam de imortais e de deuses, inclusive na defesa dos mais fracos, de qual DNA se origina tal concepção? De qual fonte bebem seus inspiradores? Só pode ser do Deus verdadeiro, ora! Afinal, o homem é imagem e semelhança de Deus! Xeque mate no enigma: o Homem de Ferro só existe porque Deus existe! Ou melhor, Deus existe e fez o homem que criou o Homem de Ferro. Confere?

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 Públio José - jornalista (publiojose@gmail.com)

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O PRESIDENTE DO CLAMBOM - CLUBE DOS AMANTES DA BOA MÚSICA, CONVIDA PARA OS FESTEJOS DO SÃO JOÃO, EM 19-06-2013.


GUILHERME VARELA
PRESIDENTE DO CLAMBOM

Amigo clambonista que gosta de dançar forró 
Nos tamo aperparando um de arrochar o nó
 Vai ser em cumade Amíres 
Nós esperamo ocê lá
Vestido confoime manda o figurino
 Pra nossa festa animá
 Vai ter zabumba e triângulo 
Sanfonero de premera
 Um tá de Decks e seus Cabra da Peste 
Pra mode se dançar a noite intera
 Ocê deve levar sua bebida e tombém os tira gosto
 Quando juntar tudo vai ter cumida a gosto
 E assim a gente come e dança
 Comemora o São João
 Essa festa arretada de boa 
Que traz tanta animação

 Local: Rua Odilon Gomes de Lima, 1920 - Capim Macio - residência de Aníria (Nininha) - próximo a Carreta Churrascaria 
Data: 19/06/2013 
Horário: A partir das 20 HORAS

domingo, 16 de junho de 2013

MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS: CARTA CONVITE.







 Carta Convite e Ficha de inscrição do Projeto “Mil poemas para Gonçalves Dias. É importante a confirmação de sua presença, para as providências necessárias à sua recepção. Assim, solicitamos que preencha a Ficha de inscrição em anexo e nos reenvie. Estamos buscando parceiros para proporcionarmos hospedagem, alimentação, traslados, etc. Já contamos com alguns patrocínios e o que não conseguirmos buscaremos organizar "pacotes” para diminuir os custos dos participantes-visitantes. 

Saudações Gonçalvinas, 

 Dilercy Adler Leopoldo Dulcio Vaz

sábado, 15 de junho de 2013

A ARTISTA PLÁSTICA (INSTITUTO PIUM DE CULTURA) DERRAMA SUAS AQUARELAS NUM TEXTO MAGNÍFICO E NUM POEMA SOBRE O RIO POTENGI.



Amo Natal, com todas as cores da minha paleta e sutileza dos meus pincéis. Da varanda vejo o mundo. Esse mesmo mundo onde me perco, quando viajo nas asas do pensamento. Ao léu de uma embarcação clandestina, tão fora de lei quanto as páginas amarelas do tempo, querendo se impor e, nada mais podendo, a não ser ficar registrada na memória dos historiadores, pesquisadores, estudantes...

O forte, a Fortaleza dos Reis Magos, de Jesus em 25 de dezembro. Faz tanto tempo que nem me lembro. Recordo-me das tribos potiguares que mais que os milhares contribuíram e fizeram nossa história, de luta, de guerras pela posse da terra. De Felipe Camarão, a Djalma Maranhão e até os dias atuais. A história transcorreu entre conquistas, derrotas... Sonhos que findaram, homens que ficaram para sempre, na certeza de que um dia haveria paz, comida trabalho, escolas para todos. Com o pé no chão, o carro na contra mão da vida, sem guarida, minha menina, cheia de palácios e quartéis.
Fitei o mar na sua dourada calma, quando o sol beijava suas águas, depois prateado de lua, ele me convida, nua, para um eventual caso de amor. Queria que fosse sempre assim. Tapioca com ginga, água de coco, suco de caju, menos a carona indecente em frente ao Malibu. Praia do meio e ladeira do sol. Queria ver essas meninas inseridas no contexto social, promovendo o turismo cultural.
Natal, mesmo assim, tão irreal, um pouco, um tanto quanto impressionista... Talvez futurista... Moderna, o que pensar? Da velha e colonial Ribeira, modernizando-se ou apenas, restaurando seu patrimônio, tudo é tão natural. Até mesmo o velho Hotel Ducal esquecido, despercebido. Ninguém quase ouve mais falar do Café Nice, de Maria Boa, Vila Velha, Iara Bar... Café São Luiz, “Qualquer Coisa”, Nasi. Mas, ainda resiste o Zás-Trás e o Centro de Turismo.
Recomendo o percurso pela Via Costeira para se chegar à linda e exuberante praia de Ponta Negra e poder curtir a paisagem, não existe nada igual, só mesmo Genipabu, a eterna Geni. Areia Preta é uma praia surrealista, parece um sonho. As praias dos Artistas, do Meio e do Forte, protegidas e festejadas pelas mães de santo, e Iemanjá. Da praia da Redinha temos o panorama da cidade do Natal.
Ontem, fui à Pedra do Rosário, confessei meus pecados à Santa Padroeira, de não poder visitar o Canto do Mangue. De sufocar meu pranto nas águas do Rio Potengi. Foi ali que comecei a amar o pôr do sol de minha cidade, quando adolescente me embriaguei de amor em overdose de poesia. Não pude conter as lágrimas. A emoção invadia minha alma, e, na triste calma do rio, deixei navegar minhas lembranças. Caminhei no calçadão da João Pessoa desci para o Alecrim. Fazia tempo que não transitava entre os camelôs e atravessava a rua do antigo relógio. Não parei para ver a banda e a hora passar.
Naquele momento senti saudades de minha rua, a primeira rua que morei, quando chegue em Lagoa seca, a São João... A igreja, o Baobá, da Rua São José. Dona Zefinha que vendia alfinim e Maria Nogueira, a costureira, todo mundo conhecia. A escola Mascarenhas Homem, onde estudei, a bodega de seu Nequinho, onde vovô jogava e passava o jogo do bicho. Em um minuto recordei minha história. E agora me transporto para as Rocas, Santos Reis e Brasília Teimosa e assim, poder viajar nas asas da imaginação ou na rabiola de uma pipa em direção ao mar, esse mar tão verde-azul no cio, quando encontra o rio... (Retomando o texto, oito anos depois). E assim, Natal continua lindacontinua, passam os anos, a paisagem se modifica, fica até difícil reconhecer Natal, quém esteve aqui há 15 anos por exemplo.Uma nova ponte mar a dentro, ligando o forte com a.Uma nova ponte mar a dentro, ligando o Forte com a Redinha, quem diria... Nilton Navarro, jamais vão esquecer. Grandes homens que ficaram para sempre na memória da nossa gente, Câmara Cascudo e Deífilo Gurgel, cada um no seu tempo, contando e refazendo a história´patrimônio imaterial da nossa cultura. Entre tantos, Chico Daniel, Zé Menininho, Chico Miséria, os artista plástico, Dorian, Tomé, Assis Marinho. Poetas,e amantes, músicos, Pedrinhpo Mendes... a belesa de ser simplesmente... Natal, como é linda Natal. Músicos, artesãos e todos que constroem, edificam e promovem essa cidade, no panarama nacional,e por que não dizer na rota internacional. Por tudo isso amo Natal. Natal, como eu te amo.
Goreth Caldas.


RIO POTENGI

É tarde na ribeirinha
Às margens do rio Potengi
Entre palafitas, casas... e poesia Eis que surge amarelando o mangue Um lindo visual. Silhuetas de barcos, homens Braços que se enlaçam...
Na dourada calma do rio.
É noite na Pedra do Rosário
Muda a paisagem
O rio parece pesado A borra e o vômito da cidade
Se escondem na clandestinidade.
É manhã no manguezal
O lixo maldito das carências humanas
Ainda bóia ou se perde
Na lama de overdose e de “Vênus” Falta de afetos... Fetos.
Mortos ou náufragos rebeldes.
Homens e mulheres... peixes
São tantas redes
Crianças que nascem de dia
Morrem na calada da noite
Mas que precisam viver
Com dignidade humana Precisam também de um barco , para mergulhar sonhos.
E nada mais


Goreth Caldas
Pirangi do Norte, 09 de junho de 2013.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

AFLAM - ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES MOSSOROENSE CONVIDA PARA A CELEBRAÇÃO DO SEXTO ANO DE FUNDAÇÃO DA ENTIDADE, EM 17-08-2013, COM O I ENCONTRO DE ACADEMIAS E ENTIDADES AFINS.



CONCEIÇÃO MACIEL  (AO CENTRO) - PRESIDENTE DA AFLAM.

Acadêmia Feminina de Letras e Artes Mossoroense (AFLAM) celebra seis anos de existência realizando o I ENCONTRO DE ACADEMIAS E ENTIDADES AFINS evento na Estação das Artes 17-08-2007 E EM 17-08-2013 A AFLAM foi fundada oficialmente no dia 17 de Agosto de 2007. Desde então, a academia vem se estruturando para ser uma entidade cultural que faz a diferença em Mossoró a partir da produção das acadêmicas nas diferentes artes (Teatro, Música, Literatura, Artes plásticas e Visuais) e apoiando iniciativas que engrandecem a nossa cultura. Para maior conhecimento, a AFLAM dispõe de um site: www.aflammossoro.com.br, contendo as informações sobre histórico e produções de todas acadêmicas e em novembro será lançado o 3º número de seu periódico anual “AFLAM EM REVISTA e funciona em sua sede provisória na “Biblioteca Ney Pontes Duarte” à Praça da Redenção “Dorian Jorge Freire”, Sala 01, 1º pavimento. Imbuída do propósito de fortalecer o movimento cultural e intelectual da cidade de Mossoró, a Academia Feminina de Letras e Artes Mossoroense - AFLAM, comemorando os 06 anos de existência realiza, nos dias 15 e 16 de Agosto do ano em curso o “Iº Encontro Estadual de Academias e Entidades Afins”. Esse Encontro pretende mobilizar as Academias e Entidades Afins, visando uma integração interinstitucional, ampla, passando em nível do Estado do Rio Grande do Norte a ser considerado, um Evento inédito, nesse âmbito. O evento terá na noite de abertura a palestra do Presidente da Academia Norte-rio-grandense de Letras, Diógenes da Cunha Lima, sob a temática: “Academia e Sociedade” e logo após haverá uma atraente programação cultural concomitante ao coquetel, tudo na Estação das Artes de Mossoró. No dia seguinte, atividades intensas: lançados coletivos de livros, estando inserido a BIOBLIOGRAFIA DAS ACADÊMICAS, contendo a Memória das acadêmicas da AFLAM, pela Coleção Mossoroense, estudo em grupos dentro da temática acima mencionada e à tarde será a grande discussão que resultará na elaboração dos ANAIS. Outras Informações: - Presidente da AFLAM - Conceição Maciel - ceicaomaciel@yahoo.com.br (084 - 8846.3886/ 9815.3604). - Coordenação do Evento - Conceição Maciel, Joana D’Arc Fernandes (084-9990.9299); Maria Honorata Aires (Nôra) (084) 88561869 - 3315.4769 e Taniamá Barrreto (084-9954.5990). - Eventos e Comunicação da AFLAM - Aline Linhares (084 - 8848 0104/084 - 8863 – 6061) Aline Linhares - alineolinhares@hotmail.com

quinta-feira, 13 de junho de 2013

CANTORA CLEIDE BRAGA HOMENAGEIA OS NAMORADOS E AMIGOS, NO BUTECO BAR, EM NOITE DE ENCANTAMENTO E ENTRETENIMENTOS, COM UMA GALERA DA MÚSICA DE GRANDE NÍVEL OMO JOÃO CEARÁ (GITA E VOZ) E AÉCIO (SHOW DE VIOLINO).



CANTORA CLEIDE BRAGA CANTOU EM HOMENAGEM AOS NAMORADOS, NO BUTECO BR, EM NOITE FESTIVA, COM MUITAS ALEGRIA E ESSA TURMA ANIMADA. NESTA FOTO, FATINHA E EU.
FATINHA E LUIS
TURMINHA ANIMADA
JOÃO CEARÁ E SUA MÚSA PATRICIA. ESSE CARA É UM SHOW MAN, CANTOU E TOCOU GAITA. UM MOMENTO LINDO.
CLIDE BRAGA E LÚCIA HELENA. A CANTORA TEM UM REPERTÓRIO ECLÉTICO E SIMPATIA HUMANA. ELA CONTAGIA PELO GRANDE CARISMA.
LÚCIA HELENA E CLEIDE.
 
EU E MAIS UM REENCONTRO APÓS MAIS DE UMA DÉCADA - ANA QUEIROZ
AÉCIO E SEU SHOW DE VIOLINO. HOUVE UM MOMENTO MAGISTRAL, VIOLINO E GAITA (COM JOÃO CEARÁ) 
BREVES PALAVRAS DA "POETISA" COMO ANUNCIOU CLEIDE. PATRICIA RECEBEU UM BRINDE COMO A NAMORADA DA NOITE. 
JOÃO CEARÁ E SEU SHOW DE GAITA - MARAVILHA!
E ELE ME DEDICA UMA LINDA MELODIA. 
NOITE DOS NAMORADOS - MUSICALIDADE! 
ANDERSON E GRAÇA -PROPRIETÁRIOS DO BUTECO - PATRICIA, LÚCIA HELENA E CEIDE. 
SÓ GENTE BOA 
GRAÇA - PROPRIETÁRIA DO BUTECO - E CLEIDE BRAGA 
OS POMBINHOS ENAMORADOS 
A ESTRELA E SEU SHOW PARA OS NAMORADOS

terça-feira, 11 de junho de 2013

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN - PARCERIA CULTURAL COMUNITÁRIA.




Caros amigos e amigas,



O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte é uma organização de caráter privado, com 111 (cento e onze) anos de existência, guardião da memória potiguar, corporificados por documentos tricentenários, representados por um acervo de cerca de 50 mil títulos e obras raras. Contudo, a conservação deste acervo está em perigo constante, tal a precariedade física do seu prédio-sede e o risco iminente de sinistro, já atestado por laudos técnicos de órgãos competentes, além de outras urgentes providências que são descritas na relação anexa.
Visando a solução desse grave problema os atuais dirigentes do Instituto, tendo à frente o Presidente Valério Mesquita vem procurando celebrar convênio com entidades governamentais, as quais, mercê de determinação legal, exige contrapartidas em recursos financeiros, que efetivamente não temos.
Sendo assim, chegou a hora da convocação do povo, real destinatário desta Casa da Memória, para salvar o patrimônio que lhe pertence e essa ajuda que se torna fundamental, somente poderá ocorrer com desembolso financeiro, em tempo breve.
Com essa finalidade, deposite sua contribuição, que esperamos seja generosa, nunca inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), na CONTA Nº 130001219 – AGÊNCIA Nº 4322, do Banco Santander -Natal/Centro, (CNPJ.: 08.274.078.0001-06) ou, se mais conveniente, pela entrega da contribuição na Sede do Instituto, na rua da Conceição, nº 622 -Cidade Alta - no turno matutino, diariamente, local em que os diretores se reúnem.
A história do Rio Grande do Norte agradece.


Natal, 11 de junho de 2013

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TÍTULO DO PROJETO RECUPERAÇÃO FÍSICA DO PRÉDIO DO I.H.G.R.N. RECUPERAÇÃO E RESTAURAÇÃO DO ACERVO DO I.H.G.R.N.

Identificação do Objeto

1- Recuperação física do prédio: piso, esquadrias, vidros, grades de ferro danificadas, acesso para deficientes físicos,

construção de sanitário para deficientes;

2- Recuperação e restauração do acervo documental, bibliográfico em torno de 50.000 títulos e peças do museu.

Justificativa da Proposição

O IHGRN é o maior guardião da memória do Rio Grande do Norte e possui um acervo de cerca de 50.000

títulos, além de possuir documentos com três séculos, como Cartas de Sesmarias, escrituras históricas, livros

raros, jornais e periódicos editados no nosso Estado e relíquias de figuras ilustres. Todo esse material encontra-

se arquivado em estantes antigas, algumas apresentando desgaste, sem climatização adequada, que provoca o

seu desgaste.

Por sua vez, o prédio apresenta danos em suas portas e janelas, algumas sem vidro e carente de uma revisão

rigorosa em sua estrutura hidráulica e elétrica de maneira a permitir a sua climatização, porquanto com laudos

indicativos de perigo de incêndio.

As grades externas estão com ferrugem e necessitam de raspagem e recuperação, como igualmente a

construção de rampa de acesso para deficientes físicos, exigência nos prédios públicos, por força de lei.

Recuperação total do piso do auditório, atualmente apresentando desnível e indícios de rebaixamento e ainda

possível existência de falhas no contra-piso, necessitando da retirada dos mosaicos atualmente existentes e

substituição por outras danificados, mediante fabricação de protótipo de idêntico padrão, com a recolocação de

cortinas após sua recuperação ou substituição por outras novas.