sexta-feira, 12 de julho de 2013

SOLENIDADE DE HOMENAGENS E POSSE DE NOVOS MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS.

 MESA DE HONRA DA SOLENIDADE DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS.
MEMBROS DA ABRACICON
 
MEMBROS DA ABRACICON
A SOLENIDADE FOI ABERTA PELA EXMA PRESIDENTE, EM SEGUIDA, UMA ACDÊMICA FEZ EXPRESSIVA HOMENAGEM  DIÓGENES DA CUNHA LIMA.
E O POETA DO BAOBÁ AGRADECEU EMOCIONADO
A PRESIDENTE DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AGRADECEU A PRESENÇA DE DIÓGENES QUE DIRIGIA-SE PARA OUTRA SOLENIDADE CONFORME JÁ HAVIA DITO.
CONFRADE DE PORTUGAL
A PRESIDENTE ENTRE DOIS MEMBROS
ACADÊMICOS
TOMISLAV SENDO EMPOSSADO NA CADEIRA 15, PATRONO JOÃO DAVID DE SIUZA.
  A GRANDE EMOÇÃO DE UMA POSSE ACADÊMICA
A PRESIDENTE DA ACADEMIA BRASILEIRA - MARIA CLARA CAVALCANTI BUGARIM -  APLAUDE O NOVO SÓCIO
MEMBROS
AS PRESIDENTES: MARIA CLARA BUGARIN (NACIONAL) E FRANCILEIDE LEITÃO (NORTE-RIO-GRANDENSE)
TOMISLAV FEMINICK
JOSÉ PINTO FREIRE, SÓCIO FUNDADOR DA ABRACICON
GORETH, TOMISLAV E LÚCIA HELENA
ANA LÚCIA ARAGÃO, LÚCIA HELENA E ANDERSON TAVARES
ANDERSON, TOMISLAV E ANA LÚCIA
DOIS GRANDES NOMES: JOSÉ PINTO FREIRE E ANDERSON TAVARES
ANA LÚCIA, FRANCILEIDE E ANDERSON
MONS. LUCILO CARVALHO E LÚCIA
HELENA
JOSÉ PINTO FREIRE E A ESPOSA
ACADÊMICOS EM VOLTA DE JOSÉ PINTO FREIRE QUE JÁ CHEGOU QUASE NO FINAL
EMPOSSADOS DA NOITE
TOMISLAV FEMINICK FAZ O JURAMENTO
FRANCILEIDE LEITÃO EMPOSSADA PELO CONFRADE
PLATÉIA
PLATÉIA,ONDE SE VÊ GORETH, ESPOSA DE TOMISLAV
MESA DE HONRA
TOMISLAV ANTES DA POSSE
ACADÊMICOS
PLATÉIA
TOMISLAV DE PELERINE, MEDALHA E O DIPLOMA

AS PRESIDENTES E O CONFRADE PORTUGUÊS
AS PRESIDENTES LADEANDO A PORTUGUESA HOMENAGEADA

LINDA E BEM ORGANIZADA SOLENIDADE, COM O COQUETEL SERVIDO NO SALÃO TERRO

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O PRESIDENTE DA ACADEMIA CEARAMIRINENSE DE LETRAS E ARTES - DR. EMMANUEL CAVALCANTI - AGRADECE A VALIOSA COLABORAÇÃO DO CAFÉ SANTA CLARA (CAFETERIAS LIMA LTDA )

.



AGRADECIMENTOS

AO SR. GIURDAN PEREIRA - SUPERVISOR DAS 

CAFETERIAS LIMA LTDA PELA VALIOSA

COLABORAÇÃO.


CAFÉ SANTA CLARA NO MIDWAY MALL, UM BIG 

POINT, O MELHOR SABOR DE CAFÉ E SABOROSO 

CARDÁPIO.

SANTA CLARA

CAFÉ SANTA CLARA - 54 ANOS DE BOM SABOR!

CAFÉ SANTA CLARA -NATAL E MOSSORÓ - 

PREFERÊNCIA

sábado, 6 de julho de 2013

PROFESSORA MARIA DA SALETE DE QUEIROZ CUNHA FEZ UM BELO RESGATE PELO MUNDO VARZEANO DO ESCRITOR MANOEL RODRIGUES DE MELO, EM NOITE ALTA E NOBRE, NA PINACOTECA DO ESTADO, QUANDO JUNTOU MAIS DE 300 PESSOAS. EI-LO, VIVO E REDIVIVO, COM O APLAUSO DE TODOS, NA IMORTALIDADE DAS LETRAS..





DR. MANOEL RODRIGUES DE MELO
A PINACOTECA DO ESTADO FICOU PEQUENA DIANTE DO GRANDE NUMERO DE PESSOAS - CREIO, CERCA DE 3OO OU MAIS - QUE FORAM PRESTIGIAR O LANÇAMENTO DO LIVRO SOBRE UM DOS MAIS NOTÁVEIS NOMES DA LITERATURA BRASILEIRA: MANOEL RODRIGUES DE MELO. E LÁ ESTAVA O SEU MUNDO VARZEANO CAPTADO PELO OLHAR DA PROFESSORA MARIA DA SALETE QUEIROZ DA CUNHA AUTOGRAFANDO, SEM CANSAÇO, O LIVRO QUE SEMPRE DESEJOU, TRAZENDO AS COISAS DO SERTÃO, ALÉM DA EXPOSIÇÃO DE FOTOS DAQUELE MUNDO IMERSO NUM RIO LÍMPIDO DE RECORDAÇÕES, SOB AS LENTES DE JOÃO VITAL EVANGELISTA SOUTO. 
 O LIVRO  CONTOU COM O APOIO DA FUNDAÇÃO FÉLIX RODRIGUES, ATRAVÉS DA DIRETORA PRESIDENTE - IARA QUEIROZ DE MELO JÁCOME.

UM GESTO ETERNO!
MARIA DA SALETE QUEIROZ DACUNHA.
FERVOROSA ADMIRADORA DO HOMENAGEADO QUE FOI O TEMA DE SUA DISSERTAÇÃO ACADÊMICA, GUARDOU, DURANTE ALGUNS ANOS, AS PÁGINAS DE OURO DA VIDA E OBRAS DE UM HOMEM NOTÁVEL, QUE AGORA TRAZ À LUZ, COMO SUA GRANDE HOMENAGEM AO HOMEM DO SERTÃO E DAS LETRAS.
ALVÍSSARAS!!!
DRA. LÍGIA MARIA RODRIGUES DE MELO - FILHA DO ILUSTRE HOMENAGEADO
A LINDA NETA - LAURITA GALVÃO - LINDA E DEDICADA À FAMÍLIA, EMOCIONADA COM TÃO BELA FESTA DO AVÔ QUERIDO, HOMEM DE CARÁTER IMPOLUTO, UM BRASILEIRO QUE REALÇOU A LITERATURA DENTRO E FORA DO PAÍS, UMA FIGURA HUMANA INESQUECÍVEL.
BISNETOS DO HOMENAGEADO: MANUELA E RODRIGUINHO
LURITA E SUA MÃE QUERIDA - DRA. LÍGIA MARIA RODRIGUES DE MELO
NAS HOMENAGENS: GERAL QUEIROZ, DIÓGENES DA CUNHA LIMA, TARCÍSIO GURGEL, ENTRE OUTRAS ILUSTRES PRESENÇAS.
DRA. LIGIA MARIA, A AUTORA E OUTRAS PRESENÇAS, NAS HOMENAGENS AO VARZEANO.
MOMENTO DAS HOMENAGENS
LUIZ GONZAGA E OS POETAS SUZANA GALVÃO (REPRESENTANDO O PRESIDENTE DA UBE/RN) E FRANKLIN JORGE - ESCRITOR E DIRETOR DA PINACOTECA DO ESTADO QUE VAI TOMANDO NOVOS ARES PELAS SUAS MÃOS.
JOÃO BATISTA MACHADO, SUZANA GALVÃO E VALÉRIO MESQUITA (PTE. DO IHG/RN).
DALADIER PESSOA CUNHA LIMA - EX-REITOR DA UFRN - DOM MATIAS E PRESENÇAS QUERIDAS
DOM MATIAS E SUZANA GALVÃO
REPRESENTANTES DA UBE/RN
NUM MUNDO LÍRICO, ENTRE OS RIACHOS DO ASSU, O VERDE DE PENDÊNCIAS E DE OUTROS CANTOS, A PAISAGEM SERTANEJA DOS ARREDORES DO RIO GRANDE DO NORTE E TUDO O MAIS VIVENCIADO POR MANOEL RODRIGUES DE MELO, AQUI, NESTE LIVRO,  PÁGINA DE OURO ESCRITA COM RUBIS, ESMERALDAS E DIAMANTES, PELA GRANDE MULHER VARZEANA - MARIA DA SALETE QUEIROZ DA CUNHA - COM FOTOGRAFIAS DE PAULO OLIVEIRA E JOÃO VITAL EVANGELISTA SOUTO, OLHARES QUE SE VOLTAM PARA AS PAISAGENS  MÍSTICAS QUE VOLTAM, COM TODO O SEU ESPLENDOR, COMO CANÇÃO QUE ADIVINHA A BELEZA SERTANEJA!
LAURITA, LÚCIA HELENA E LIGIA
IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR COM ESSES PRIMOS: MANUELA E RODRIGUINHO (BISNETOS DO DR. MANOEL RODRIGO DE MELO)
TARCISIO GURGEL E GERALDO QUEIROZ
ESCRITOR PERY AMARTINE
DODORA - AMIGA DA FAMÍLIA
DORIS, DEQUINHA E LÚCIA HELENA
INTERESSANTE, COM TANTAS PREOCUPAÇÕES, O BANDO FIEL DE SADDAN HUSSEIN AINDA VIVE À PROCURA DO TESOURO DELE....AINDA BEM QUE NÃO VIRAM ESSE PEROLÁRIO MARAVILHOSO.
LIGIA, LUCIA HELENA E HERBENE - AMIGAS DE ONTEM E DE HOJE.
EXPOSIÇÃO
EXPOSIÇÃO
EXPOSIÇÃO - A PINACOTECA ESTAVA LINDA, UM VERDADEIRO CASTELO ILUMINADO.
 A FILA DOS AUTÓGRAFOS ESTENDENDO-SE ATÁ A RUA
 ESSES MENINOS ILUSTRARAM MESMO O MUNDO VARZEANNO, COM ELIAS NUNES, LUIZ LOPES VARELLANETO E PAULO ROBERTO ALVES (COM O FILHO).
AMIGAS DO BEM QUERER

quinta-feira, 4 de julho de 2013

MIL POEMAS A ÓSCAR ALFARO EL POETA DE LOS NIÑOS DE BOLIVIA FIN DE CONVOCATORIA 31 DE JULIO 2013.


GABY VALLEJO CANEDO
ÓSCAR ALFARO
 POR: Gaby Vallejo Canedo, Bolivia ALFARO, UN CONCIERTO VIVIENTE QUE VIAJA POR LOS CAMINOS 

 Oscar Alfaro, un boliviano multifacético, local y universal al mismo tiempo, profundamente comprometido con su país, Bolivia, con la literatura y con los niños. ALFARO, Oscar, (Oscar González Alfaro) Nació en San Lorenzo, Tarija, el 5 de septiembre de 1921 (Imagen pueblo) Profesor de lenguaje en la Escuela Normal de Canasmoro. Publica sus primeros cuentos en edición personal, en impresiones diminutas y visita a escuelas para difundirlos. Militante activo del partido comunista de Bolivia. (Foto 145) Se casó con Fanny Mendizábal (Foto boda 146) con la que tuvo dos hijos (Foto familiar) Conocido como ”Poeta de los niños”. Ganó el “Jazmín de Plata” de los Fuegos Florales en Homenaje al CXL Aniversario del Primer Grito Libertario, 1949, por el poemario “Alfabeto de estrellas”. (Foto, Juegos florales) “Premio Nacional de Literatura por “Cuentos Chapacos”. Murió en La Paz, el 24 de diciembre de 1963. La mayoría de sus libros fueron editados y reeditados por la esposa Fanny del Alfaro como resultado de una constante búsqueda de manuscritos. Los títulos publicados son: Cien poemas para niños, La Paz, Editorial Trabajo 1955. Aprobado por el Ministerio de Educación como texto extensivo para la escuela boliviana. (Foto portada) El sapo que quería ser estrella, Buenos Aires, Editorial Plus Ultra, 1987. (Foto portada) El Circo de papel, poemas, La Paz, Editorial “Don Bosco”, 1970, Colección Alfaro, cuentos en fascículos, Barcelona, Ed. Industria gráfica S.A. 1969. Cada volumen reúne desde 4 a 12 cuentos escritos con gran maestría. (Fotos de varios fascículos) La escuela de fiesta, La Paz, s/e. 1947, pequeño volumen que responde a las necesidades escolares de tener un poema para cada fiesta cívica y regional. El pájaro de fuego y otros cuentos, Santiago de Chile, Ed Andrés Bello, 1990. (Foto portada) Alfabeto de estrellas, poemas, La Paz, editorial Scide , 1950 Don Quijote en el siglo XX, España, s/ imp, 1985 Cuentos para niños, La Paz, Editorial Popular, 1986 Queremos ofrecer algunas consideraciones que van más allá de la bio-bibliografía presentada. Sus cuentos y poemas han pasado las fronteras del tiempo y el espacio. Ha sido incluido en muchísimas antologías latinoamericanas. Fue traducido al aymara, al quechua, guaraní, lenguas indígenas bolivianas. En una edición bellísima con ilustraciones sorprendentes, fue traducido al ruso. (Foto portada y/o interiores) Alfaro, como pensador sabía que ni aún la literatura infantil era neutra, inocente. Sabía que toda expresión humana, más aún la artística, trasmitía ideología. Era consciente de que la literatura fue siempre y es instrumento de trasmisión de ideologías, valores, actitudes. De ahí que él asumió ser poeta revolucionario. Muchos de sus poemas y relatos para niños tienen sabor a protesta muy fuerte. Basta como ejemplo recordar el poema “El Pájaro revolucionario” desde el cual apoya la liberación de las clases explotadas, bajo la forma de un diálogo entre los protagonistas (animales) en guerra. Veamos sólo un fragmento. Cuando el cerdo granjero pregunta a un pájaro prisionero sobre la razón por la que robó sus pertenencias, el pájaro revolucionario entre otras cosas le dice; Lo cobro por mi salario Que usted se negó a pagarme .............. usted hizo su riqueza robando a los proletarios Ante este desafío el granjero ordena - ¡Qué peligro!...¡un socialista! - ¡A fusilarlo en el acto! - ¡Preparen!...¡Apunten!...Fuego! Y la voz del poeta termina diciendo: ¡Demonio...si hasta los pájaros en América Latina se hacen revolucionarios!... (copiar a diapositiva, voz de Rafaela) El relato titulado “Don Quijote en el Siglo XX”, editado en España, recupera el humor y el lenguaje de la pareja inmortal y ubica a los dos personajes en las calles de una ciudad moderna cruzada por automóviles y los cielos por aviones, quienes interpretan aquellos sucesos como nuevos encantamientos (Foto portada). Pero, el valor del relato no radica solamente en el sueño mágico de hacerlos vivir en pleno siglo XX sino en el nivel ideológico. Una lectura atenta nos muestra, otra vez al escritor revolucionario. Más allá de la Mancha y de España se encuentra América y Bolivia con el dolor de la represión y de las injusticias sociales. (Foto escena interior) Don Quijote, con la visión idealista del mundo emprende sus hazañas a favor de los presos políticos. Estas son las expresiones que vierte ante la cobardía de Sancho: “! Quieto ahí, zopenco traidor! De aquí saldremos con los demás o no saldremos” (Voz de varón). No piensa en la libertad individual. Está en primer término la libertad colectiva. Su integridad, como guerrero de la libertad, es total. Don Quijote y Sancho protagonizan el dolor del exilio. Son sancionados por su compromiso social, por la protesta y conducidos fuera del país, a un lugar desconocido, para que no perturben el orden. Don Quijote en el exilio recuerda a Rocinante y Rucio, sobre ellos dice dolorido y esperanzado al mismo tiempo:”También fueron desterrados y se unirán con nosotros en la frontera. Pero no llores hermano, que algún día volveremos porque un pueblo no puede vivir sin alma” ” Reconocemos en estas palabras las expresiones de tantos exilados políticos de América Latina. Así también percibimos que esta última frase en labios del Quijote, rompe con el lenguaje cervantino, ceremonioso y poético e ingresa en el modo popular de expresión de cualquier pueblo latinoamericano. Una cueca boliviana titulada “La Caraqueña”, himno boliviano de los exilados, que dice. “Ya la pagarán, no llores prenda, pronto volveré”. (Si es posible la música) Hallamos aquí los lazos invisibles de las palabras y sentimientos que se imantan juntándose después de años. Los textos comentados fueron escritos para niños antes de las dictaduras nefastas del Plan “Cóndor” que enlutó y llevó al exilio a tanta gente de Latinoamérica, que hubiera hecho llorar al Quijote de Alfaro. “No fue un escritor neutral…no transigió con el sistema oficial que propicia una literatura de evasión”- dice Luis Fuentes Rodríguez, al narrar comportamientos de solidaridad del poeta con los pobres y después de demostrar con varios ejemplos que su escritura fue revolucionaria. Copiamos un cuarteto de Alfaro: Hijo triste del salario dame tu mano florida que yo también en la vida soy un niño proletario. (foto de niños pobres. Lenguaje I) Pero Oscar Alfaro no fue sólo el escritor contestatario. Fue también el “apóstol de los niños” (Foto 143). La ternura y el respeto por la infancia le condujeron a escribir bellísimos cuentos y poemas. Si hoy no existen en Bolivia editoriales para niños, ya podemos imaginar lo que supuso para Alfaro, situar un libro suyo en el páramo de la ausencia. Llevaba personalmente su producción a los niños y a las escuelas en pequeñas y baratas ediciones. “El Sapo que Quería ser Estrella”, Navidad de Greda” “El Quirquincho Músico”, “El Cuento del Hilo de Agua”, “El Airampu”, son algunos títulos de los relatos más difundidos. (Fotos de los cuentos) Más allá de la intensidad, magia y poesía que tienen los textos de Alfaro, logran en general, dos efectos que consideramos de primer orden: a) Los personajes protagonizan sueños, aspiraciones siempre de subida, alcanzan su realización aunque en el camino estén el sufrimiento o la muerte. Son personajes que desafían la mediocridad para conquistar la superioridad. Terminan siempre en una concertación con la vida. (Alguna portada) b) Toda esta filosofía de vida es comunicada simplemente a través de lo maravilloso y de lo sorprendente, como los mejores y más auténticos recursos para el encantamiento del niño. Un sapo es “una cadena de estrellas en apariencia de sapo porque se tragó a las luciérnagas del huerto”. (Foto parte del cuento. El pájaro de fuego es “una flor del aire, con su tallo tan largo como el hilo de un barrilete que le permite ir donde quiere”. (Foto del cuento) El caparazón de un quirquincho, “canta después de muerto”, convertido en charango. (Foto del cuento) Un borrico sobre el cual descienden los ruiseñores se transforma en “un concierto viviente que viaja por los caminos”. (Foto del poema) Sólo un artista – niño y mago a la vez – puede convertir las palabras comunes en historias capaces de llevar los ojos de los niños más allá de su espacio. Alfaro fue capaz de decir alta poesía sobre sí mismos en cuatro versos sabios: Desde dentro, desde dentro Desde el fondo de mi abismo Viene corriendo a mi encuentro El niño que soy yo mismo. (Foto de Alfaro. Si es posible reducir a Ojos de niño) Reconocimiento del hombre que es siempre niño en el fondo secreto del corazón. Los músicos y cantantes bolivianos de alta fama han puesto a música e instrumentación muchos de los poemas de Alfaro. Según dice la contraportada del libro “Bajo el Sol de Tarija”. “Cada 4 de septiembre al caer la noche, se reúnen los habitantes de San Lorenzo con prestigiosos cantantes y conjuntos tarijeños para recordar y honrar la memoria de su poeta. Al calor de la fogata se inicia la serenata”. Oímos un fragmento de “El trompo” Es un clarísimo prisma y un remolino que ronda como una canción redonda que gira sobre sí misma. Y por un sólo segundo yo soy un dios soberano que hace bailar en su mano el trompo inmenso del mundo. Por gestión de la familia se organiza la Fundación Oscar Alfaro con el objetivo de apoyar una cultura de paz, justicia, libertad, tolerancia y hermandad entre los seres humanos y sentimientos de amor y respeto a la naturaleza y todas sus criaturas. Para lo cual el Estado ha dispuesto mediante ley No 3682, del año 2007, que la prefectura de Tarija ayude a organizar la Fundación en las cercanías de San Lorenzo, lugar de nacimiento del escritor. (Foto San Lorenzo) La Fundación Oscar Alfaro tiene previsto la construcción del PARQUE TEMÁTICO ECO-ALFA /Foto proyecto) Entre los proyectos al interior del parque cuenta con un Teatro, abierto, la casa Museo, del “Poeta de los Niños”, una Biblioteca Infantil, el Pabellón ”Ronda de la Paz”, el Pabellón “Circo de Papel”, Cabañas para Niños y muchísimo más. Los poemas y cuentos de Alfaro han cruzado aulas, prisiones, fábricas, fronteras. Los poemas de los buenos poetas para niños, una vez desprendidos del corazón creador, son aves inmateriales que siempre hacen nido en el corazón de los niños. Alfaro lo logró, (Foto del poeta) Por eso, está destinado a ser un poeta universal, porque los poemas-alas no dejan nunca de volar. Son alas blancas hacia el mundo. (Libros, hojas volando) Y parafraseando sus propias palabras, del poema “El borriquito” CREEMOS que para América Latina, sus poemas son “un concierto viviente que viaja por los caminos”.

 www.alfredasis.cl 

RECEBÍ, POR EMAIL, DEPOIS VIRÁ POR CORREIO, DIPLOMA DE SÓCIA CORRESPONDENTE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO. UM GRANDE PRÊMIO PELO MEU ANIVERSÁRIO. MUITO AGRADEÇO!

PRESENTE PELO MEU ANIVERSÁRIO

MEUS AGRADECIMENTOS À PROPOSITORA DO MEU NOME PELO SIGNIFICATIVO TÍTULO QUE ACABO DE RECEBER- CONFREIRA DILERCY ARAGÃO ADLER. COM IGUAL ENTUSIASMO AGRADEÇO À SRA. PRESIDENTE DA EGRÉGIA CASA DE MEMÓRIA E CULTURA DO MARANHÃO, SRA. TELMA BONIFÁCIO DOS SANTOS REINALDO E DEMAIS CONFRADES E CONFREIRAS.
NESSA ALTURA DA VIDA, OS PRÊMIOS CHEGAM PARA MINIMIZAR OS ACHAQUES DA VELHICE E A GARANTIA DE QUE FAZEMOS UM TRABALHO DE QUALIDADE.
ESTOU MUITO EMOCIONADA. OBRIGADA.