sábado, 24 de agosto de 2013

UM ENCONTRO SÓ DE ALEGRIAS. FESTEJO-AS NESTE ESPAÇO, COM TÂNIA GALVÃO. (PARTE 01).

TÂNIA GALVÃO, EM QUEM CHICO ACARI FALAVA SEMPRE E ONTEM CONHECI. 
A ACARIENSE EM SEUS PASSEIOS
UMA MULHER AINDA CHEIA DE SONHOS QUE LEVAM-NA A ESCREVER DIARIAMENTE.
CALDO DE CANA: UMA CARACTERISTICA DO RIO GRANDE DO NORTE.
 
CHICO ACARI, NO ARTESANATO.
 AFE! COMO O ANJO???
PASSEANDO COM SEU AMOR! EM GRAMADO? OU CAMPOS DO JORDÃO?
SERRA LINDA
 
 N.SRA. DA CONCEIÇÃO?
ELA AMA A BOA MÚSICA
 MOMENTO DE SAUDADE COM SUA GENITORA.
 CHICO ACARI, AINDA JOVEM, QUE COISA MARAVILHOSA É A FOTOGRAFIA!
 
CHICO ACARI E TÂNIA - AMIGOS E CONTERRÂNEOS.
COM O ÚNICO NETO, JOÃO PAULO.
TÂNIA, COMO NA FOTO, É ALEGRIA!
CHICO ACARI, ETERNO BRINCALHÃO

A VIDA É SURPREENDENTE, ONTEM CONHECI TÂNIA E DÉA, DUAS GRANDE AMIGAS, FILHAS DE ACARI, QUE TÊM AMIGOS EM COMUM: CHICO ACARI, LEDA VARELA, E THAYSA GALVÃO. GRATA PELOS BONS MOMENTOS.

UM ENCONTRO SÓ DE ALEGRIAS. FESTEJO-AS NESTE ESPAÇO, COM TÂNIA GALVÃO. (PARTE 02).

MOMENTOS COM TÂNIA GALVÃO: EM NATAL, EM CAMPOS DO JORDÃO, EM ACARI E RECANTOS ONDE SUA ALEGRIA SE EXPANDE NUMA RICA ESPONTANEIDADE.
VENDEDORA DE ALGODÃO - DOCE NUM PASSEIO POR ACARI DE OUTRORA E DE HOJE.
CONTEMPLAÇÃO! EIS O GARGALHEIRAS EM SUA IMENSIDÃO.
DÉA E TÂNIA GALVÃO, AMIGAS E CUNHADAS
TÂNIA E AGNALDO TIMÓTEO
CONVERSANDO NA CHUVA
TÂNIA E SUAS AMIGAS: FLOR E BRANDÃO
SURPRESA:  EU NÃO CONHECIA TÂNIA, AGORA VEJO QUE TEMOS UMA AMIZADE BOA, EM COMUM - CHICO ACARI.
:
TÂNIA - ADORA PASSEAR!
ESSA FOTO DEVE TER SIDO EM GRAMADO/RS OU CAMPOS DE JORDÃO/SP.
TÂNIA CATÓLICA
O  AMOR É LINDO!
COM MINHA PRIMA QUERIDA, MARICE LEMOS, E UMA AMIGA.
A MENINA DE ACARI!
PAISAGEM SERTANEJA
O SUDESTE BRASILEIRO TAMBÉM TEM FLORES EUROPÉIAS E DO SUL.
COLEÇÃO???

SE NÃO MAIS NOS ENCONTRARMOS, VALERAM AS HORAS DE RECORDAÇÃO DOS BONS TEMPOS.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O SUCESSO O LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA "MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS", ANIVERSÁRIO DE 190 ANOS DO POETA, POSSE DE DILERCY ADLER COMO PRESIDENTE DA SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL E ENTRETENIMENTOS EM SÃO LUÍS E ADJACÊNCIAS MARANHENSES.





REITOR DA UFMA - DR. NATALINO SALGADO FILHO - EM ENTREVISTA
APRESENTAÇÃO DA BANDA DE MÚSICA
AUDITÓRIO LOTADO
 ALMOÇO NO PALÁCIO CRISTO REI, OFERECIDO AOS PARTICIPANTES, PELA SECRETARIA DE TURISMO DO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO.
PERFORMANCE GONÇALVES DIAS E ANA AMÉLIA, NO CORETO DA PRAÇA GONÇALVES DIAS.
DRA. DILERCY ARAGÃO ADLER EMPOSSADA PRESIDENTE DA SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL
AUTORIDADES NA MESA DE HONRA
PARABÉNS À NOVA PRESIDENTE DA SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL, MINHA QUERIDA AMIGA DILERCY ADLER.

OUTRAS FOTOS DO GRANDE EVENTO "ANTOLOGIA MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS", ENTRE SÃO LUÍS DO MARANHÃO E MUNICÍPIOS VIZINHOS.

GONÇALVES DIAS
 A PREFEITA DE GUIMARÃES / MA - NICE, COM DILERCY E OSVALDO.
ARAOCA, REGIÃO LITORÂNEA DE GUIMARÃES, NO MARANHÃO, ONDE FOI REINAUGURADA A PLACA EM HOMENAGEM A GONÇALVES DIAS.
VISITA AO TÚMULO DE MARIA FIRMINA, NOME DA CASA DA ACADEMIA LUDOVICENSE DE LETRAS.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A GRANDE REPERCUSSÃO DO PROJETO GONÇALVES DIAS, PROMOVIDO PELO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO COM APOIO DA DRA. DILERCY ADLER.

POETA GONÇALVES DIAS


GONÇALVES DIAS E EU (Registros públicos de lembranças particulares) - POR EDMILSON SANCHES

 “Conto as coisas como foram, Não como deviam ser”. (Gonçalves Dias, Sextilhas) DIA DE GONÇALVES DIAS – Neste 10 de agosto, em 1823, nascia o escritor maranhense Gonçalves Dias, que escreveu aqueles versos que praticamente todo brasileiro, de agora e de outrora, conhece: “Minha terra tem palmeiras / onde canta o sabiá”. Sou da mesma cidade e morei na mesma rua daquele ilustre brasileiro. Mais: o primeiro livro que li - “História do Imperador Carlos Magno e os Doze Pares de França” - também foi o primeiro livro lido por Gonçalves Dias na sua infância. A seguir, texto que escrevi e atualizei. *** Hotel Serra Azul, em Gramado, Rio Grande do Sul, década de 80. Náutico Clube, Fortaleza, Ceará, início dos anos 90. Colégio Rio Branco, bairro Higienópolis, São Paulo. Auditório Petrônio Portela, Senado Federal, Brasília. Montes Claros e Belo Horizonte, Minas Gerais. Mossoró e Baraúnas, Rio Grande do Norte. Campina Grande, Paraíba. Rio de Janeiro, Maceió, Recife, Curitiba... Onde quer que eu esteja, Caxias é presença e referência permanente. Caxias e, claro, seu maior poeta e sua melhor rima –– Gonçalves Dias. Caxias, terra e rima de Gonçalves Dias. Qualquer que seja o espaço, qualquer que seja o tempo, a mesma constatação: Gonçalves Dias vive. Em todos os lugares acima, e muitos outros mais, em conferências nacionais, em encontros regionais, em palestras locais, em discursos ocasionais, em eventos formais, em “provocações” casuais ou em bate-papos triviais, dou um jeito de fazer um “teste”: crio um pretexto dentro do contexto e digo, falsamente desafiador, o primeiro verso da “Canção do Exílio” (“Minha terra tem palmeiras”)... somente para, logo em seguida, perceber/receber os sorrisos cúmplices da platéia de ouvintes não-maranhenses, o que denuncia que todos estavam continuando mentalmente –– quando não recitando audivelmente –– o verso seguinte: “Onde canta o sabiá”. Daí em diante fica fácil puxar ou esticar conversa acerca de literatura, de Cultura, dos “verdadeiros valores” da pessoa e das comunidades humanas. Dizer da permanência do que tem valor e da finitude do que tem preço. Preço, dá-se a coisas. Valor, dá-se a pessoas. Os versos gonçalvinos entram como exemplo de um “valor” que se sobrepõe a muitas “coisas”. Embora a fragilidade do papel, os versos foram mais resistentes que as grandes construções de pedra e cimento, como as fábricas de tecido. Estas, aparência; aqueles, essência –– e por aí podem ir as obviedades, quase platitudes. Escritos em julho de 1843, quando Gonçalves Dias ainda não completara 20 anos, os versos da “Canção do Exílio” atravessam gerações e se depositam e se (re)transmitem quase como que por hereditariedade. Parece não mais ser essa fixação resultado da leitura, mas produto de um código genético, uma informação cromossômica que se repassa no intercurso sexual e se vai instalando na mente de cada novo ser. Seja em gente da antiga, seja no jovem de hoje, a poesia cometida em Coimbra está inscrita na memória das várias gerações de brasileiros dos últimos 165 anos. Embora, ressalve-se, em grande número de vezes, nunca esteja o poema inteiro, de 24 versos, 5 estrofes, 113 palavras, 487 letras. Mas aqueles dois primeiros versos, quando não toda a primeira estrofe, não há negar: está na cabeça, melhor, está na alma do brasileiro. Tudo isso me chega à lembrança no instante em que, também neste 10 de agosto de 2013, Caxias continua a nos relembrar, a nós conterrâneos e contemporâneos, a importância de ser a cidade onde, mais que um poeta, nasceu uma expressão de maranhensidade e de brasilidade. Muito da obra de Gonçalves Dias mostra de peito aberto o amor, o orgulho, o sentimento de pertencença (ownership) que o poeta tinha e desenvolvia pela sua própria terra. Quantos, hoje, manifestamente, denunciam assim orgulhosa e escancaradamente essa emoção telúrica, essa querença pátria? Fora a conterraneidade, tenho outras “aproximações”, bem particulares, com Gonçalves Dias. A primeira delas, o primeiro livro que um e outro lemos: “História do Imperador Carlos Magno e dos Doze Pares de França”. Gonçalves Dias o leu aos dez anos, em 1833, aos 10 anos de idade, enquanto ajudava na casa comercial paterna, ali na rua do Cisco (hoje Benedito Leite), para onde seus pais, João Manuel e Vicência Ferreira, haviam se mudado, oito anos antes (1825). De minha parte, aos cinco, seis anos de idade já havia “ouvido” e lido aquela obra, ali na rua da Palmeirinha -- onde as casas tinham, como fundo de quintal, o rio Itapecuru. Explico o porquê do “ouvido” o livro. No mesmo lado da rua da Palmeirinha, algumas casas adiante da minha, morava o “seu” Miguel e dona Corina. Esta, naqueles idos de 1965, 66, 67, por aí, vivia de lavar e passar roupa. Sustentava a casa. “Seu” Miguel era paraplégico, ficava como que sentado em uma rede, um pano cobrindo as pernas macérrimas pendentes, e lia, lia muito. Usava um cachimbo, cujas baforadas recendiam em toda a casa. Más línguas diziam que era diamba, tirada de algumas mudas que, diziam, eram bem cuidadas no seu quintal, para a produção das endiabradas folhas e sua transformação em trescalante fumo. Acostumei-me a visitar o “seu” Miguel. Ele gostava da minha atenção; eu gostava das suas histórias. Ouvia a leitura de capítulos e capítulos e, às vezes, o resumo de “romances” –– que era o nome que também se dava aos folhetos de literatura de cordel. Um dia, ele me emprestou um livro que eu já “ouvira”. Era a história do imperador Carlos Magno. Ali, além do magno imperador, estavam Roldão, Oliveiros, Ferrabraz e tantos personagens mais... Lembro que eu li todo o livro e que pedi explicações sobre o motivo da morte e posterior “reaparecimento” de alguns personagens após a “parte” da morte. Claro que eu estranhava aquela minha primeira leitura “séria”: naquela idade, os textos a que estava acostumado eram os de cartilhas escolares, bastante fáceis para mim, demasiado, por assim dizer, lineares, sem recursos nem estilos mais elaborados. Em Caxias, da rua da Palmeirinha mudei-me para a rua da Galiana (aliás, nome da mulher do imperador Carlos Magno). Tempos depois, nasceu um irmão meu... e chama-se Carlos Magno (depois veio Júlio César, outro irmão “imperador” na família). Décadas mais tarde, consegui, em um sebo do Rio de Janeiro, um exemplar igual ao que me fora emprestado pelo “seu” Miguel: capa em tecido e sem o nome do autor (Vasco de Lobeira). Reli os dez capítulos da obra e revi(vi)-me criança. (Uma curiosidade: Meu irmão Carlos Magno, depois que aprendeu a ler e escrever, não se fez de rogado: pegou o raro e caro livro, empunhou uma esferográfica e, nas folhas de rosto, onde houvesse o nome do imperador, um sobrenome –– “Sanches” –– foi acrescentado...). Outra “aproximação” com o autor d’Os Timbiras: Mudei-me para a rua do Cisco, número 1000, próximo à “casa onde morou o poeta Gonçalves Dias” (era assim que registrava uma placa acobreada e quase despercebida). Eu estava aí por volta dos 15 anos e diariamente subia e descia quase toda a extensão da rua, para trabalhar no Banco do Brasil, menor estagiário. Invariavelmente, passava pela casa. Ali mora(va) a família de dona Labibe e do seu Fauze Elouf Simão. Um dos filhos, Jamil Gedeon, hoje desembargador em São Luís, e eu fomos colega de turma em todo o 2º Grau (Ensino Médio), no “colégio das Irmãs” (missionárias capuchinhas), o colégio São José. Ali fui presidente do Grêmio Santa Joana d’Arc durante três anos (Roldão, coincidentemente nome de personagem do livro sobre Carlos Magno, ganhara a presidência no primeiro ano e renunciara meses depois; assumi). O ex-secretário de Cultura Renato Meneses (ex-presidente da Academia Caxiense de Letras) e o ex-presidente da Fundação Vítor Gonçalves Neto, Jorge Bastiani, também estudavam ali, nós todos sob o tacão da querida Irmã Clemens (Maria Gemma de Jesus Carvalho). Pois foi o colega secundarista Jamil quem me disse, ainda no colégio, que encontrara “moedas e papéis” antigos em alguns pontos da casa de Gonçalves Dias. Mas as referências à casa da rua do Cisco não terminam aí. Dona Labibe foi secretária de Educação de Caxias, na administração de José Ferreira de Castro. Ali pelos bares do Artur Cunha e do Herval, no Largo de São Benedito, contava-se a história de que a secretária Labibe, pretendendo morar numa casa melhor e não querendo derrubar a “casa onde morou o poeta”, se esforçou junto ao seu superior, instando para que ele, como prefeito, adquirisse a casa e a tombasse como patrimônio histórico. Conta-se que a resposta do prefeito foi pouco cavalheiresca e fazia comparação entre comprar a casa onde Gonçalves Dias “morou” e tombar o riacho do Ponte, onde ele, digamos... lavava as partes, digamos, pudendas. Pode não ser verdade o fato, mas era verdadeiro o boato –– e, pelo menos este, se cuida de preservar aqui. Resumo da ópera: a casa de Gonçalves Dias foi destruída e, no seu lugar, ergueu-se uma residência de feições modernas, “combinando” com o prédio da outra esquina, que abriga as instalações de uma companhia de telecomunicações. No mesmo ano da derrubada da casa, como réquiem à memória de Gonçalves Dias, escarafunchei o arquivo do fotógrafo Sinézio Santos (falecido), que ficava ali próximo ao Banco do Brasil, e consegui localizar negativos da residência. Pedi que fossem feitas cópias daquelas e de outras “vistas” de Caxias. Separei uma foto da ex-morada de Gonçalves Dias e a enviei, junto com um breve texto, para a Rede Globo de Televisão (Rio de Janeiro). Foi menos por denúncia e mais por sentimento de perda. Disseram-me que saiu um rápido registro no jornal (nacional) do meio-dia. Não confirmei. Estas anotações, com algo de confessional, são uma episódica e epidérmica contribuição ao trabalho de um punhado de jovens caxienses de todas as idades, que teimam cuidar do que Gonçalves Dias merece -- memória -- na cidade que há 190 anos o viu nascer -- História. E quem está fazendo não faz isso só por “vocação”: faz por legitimidade –– e com competência. Parabéns, Caxias! Viva Gonçalves Dias! EDMILSON SANCHES 

 Projeto Gonçalves Dias, que se encerrou terça-feira, 13 de agosto, em Guimarães (MA), após comemorações iniciadas em São Luís e prosseguidas em Caxias, foi uma iniciativa do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, em conjunto com a Federação das Academias de Letras do Maranhão e a Sociedade de Cultura Latina, do Brasil e do Maranhão, além do apoio e participação da Academia Caxiense de Letras, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Estadual do Maranhão, Prefeituras de Caxias e Guimarães, Câmara de Dirigentes Lojistas de Caxias e outros. O Projeto comemorou os 190 anos de nascimento de Antônio Gonçalves Dias, ocorrido em Caxias (MA), em 10 de agosto de 1823. PAÍSES - A grandiosidade do Projeto foi confirmada pela presença de mais de 200 representantes de vários países, que estão presentes na obra em três volumes lançadas pelo Projeto. Além do Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Uruguai, Portugal, Moçambique, México, Canadá, Panamá, Estados Unidos, Espanha, França, Bélgica, Áustria e Japão disseram sim. Dezenas desses representantes do Brasil e do exterior vieram até o Maranhão. ESTADOS – Do Brasil estiveram representados os seguintes estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Paraíba, Goiás, Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Distrito Federal, Paraná, Piauí, Sergipe, Alagoas, Santa Catarina, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Espírito Santo e Rio Grande do Norte. MARANHÃO - Além de São Luís, pelo menos 89 escritores de 29 municípios estão representados. Três cidades sediaram os eventos: São Luís, Caxias e Guimarães. LIVROS - Foram lançados três livros: a antologia “1000 poemas para Gonçalves Dias”, composta de dois volumes: o primeiro (foto) com 999 poemas em homenagem ao Poeta caxiense e o segundo volume, de 188 páginas, para o milésimo poema, de autoria do maranhense Alberico Carneiro; e o terceiro volume, de estudos e pesquisas de autoria de especialistas sobre a vida e a obra de Gonçalves Dias. Os livros foram organizados pelos professores Dilercy Adler e Leopoldo G. D. Vaz (fotos abaixo). DEBATE - De Imperatriz foi convidado o jornalista Edmilson Sanches, a quem foi outorgada a Comenda “Gonçalves Dias”, entregue dia 10 de agosto em solenidade no Palácio Cristo Rei, da Universidade Federal do Maranhão, em São Luís. Sanches foi o debatedor do tema “Vida e Obra de Gonçalves Dias”, junto com o especialista em estudos gonçalvinos Weberson Fernandes Grizoste, expositor do tema. Grizoste defende em dezembro tese de doutorado sobre o poeta maranhense na Universidade de Coimbra (Portugal).

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PRIMEIRO ENCONTRO DE ACADEMIAS LITERÁRIAS E ENTIDADES AFINS, E SEIS ANOS DE FUNDAÇÃO DA AFLAM (ACADEMIA FEMININA DE LETRAS DE MOSSORÓ), NOS DIAS 15 E 16-08-2013, SOB A PRESIDÊNCIA DA PRESIDENTE CONCEIÇÃO MACIEL FILGUEIRA.


O LINDO BOLO PELO ANIVERSÁRIO DE SEIS ANOS DE FUNDAÇÃO DA AFLAM.
 CONCEIÇÃO MACIEL FILGUEIRA
PRESIDENTE DA AFLAM
ESCRITORES E IMORTAIS
ESCRITORES, AUTORIDADES E IMORTAIS
CEIÇÃO MACIEL, OZANY GOMES, NEIDINHA MOURA, E LEDA VARELA. 

BREVES MOMENTOS LITERÁRIOS COM NEIDINHA MOURA.
APRESENTAÇÃO DE ESCRITOR
PARTICIPAÇÃO DE OZANY GOMES
PARTICIPAÇÃO DE UMA IMORTAL DA AFLAM
IMORTAIS DA AFLAM
IMORTAIS
UMA POSE JUNTO AO BOLO COMEMORATIVO DOS SEIS ANOS DA AFLAM.
 
A PRESIDENTE DA AFLAM E SÓCIAS




POR INICIATIVA DESSA EXTRAORDINÁRIA MULHER DAS LETRAS DA CIDADE DE MOSSORÓ - CONCEIÇÃO MACIEL FILGUEIRA - NO SENTIDO DE CRIAR UMA FUSÃO LITERÁRIA HARMÔNICA E PRESTIGIADA, REALIZOU O PRIMEIRO ENCONTRO DE ACADEMIAS LITERÁRIAS E ENTIDADES AFINS, NOS DIAS 15 E 16 DE AGOSTO PRÓXIMO PASSADO, ONDE REUNIU DIVERSAS ENTIDADES NO SALÃO THERMAS DO HOTEL THERMAS.
ELENITA DE CASTRO SOARES, ORADORA DA AFLAM, PROFERIU A SAUDAÇÃO DE ABERTURA DO ENCONTRO.
O EVENTO TEVE PARTICIPAÇÃO DO ILUSTRE PRESIDENTE DA ACADEMIA DE LETRAS DE MOSSORÓ - ARMANDO AURÉLIO FERNANDES NEGREIROS QUE PRESTOU O SEU RICO DEPOIMENTO.
DIÓGENES DA CUNHA LIMA - PRESIDENTE DA ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS - FOI O ORADOR OFICIAL DO ENCONTRO.
JORNALISTA PAULO MACEDO DISCORREU SOBRE AS ENTIDADES E A SOCIEDADE.
PRESENÇAS DE INTELECTUAIS DE MOSSORÓ, DO RIO GRANDE DO NORTE E DE NATAL. ENTIDADES QUE ALI SE APRESENTARAM E REPRESENTARAM, ALÉM DA AFLAM, O INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN, A UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES (UBE/RN), A ACADEMIA CEARAMIRINENSE DE LETRAS E ARTES "PEDRO SIMÕES NETO", A ASSOCIAÇÃO DE JORNALISTAS E ESCRITORAS DO BRASIL (AJEB), ACADEMIA FEMININA DE LETRAS DO RN, ACADEMIA DE TROVAS DO RN, A SOCIEDADE DOS POETAS VIVOS E AFINS (SPVA), ENTRE OUTRAS.
MEUS AGRADECIMENTOS À PRESIDENTE DA AFLAM, PELO TÍTULO QUE ME FOI CONFERIDO NA OCASIÃO: "SÓCIA-AMIGA DA AFLAM"