sábado, 21 de setembro de 2013

A LUA MARAVILHOSA, VIOLÕES, REPERTÓRIO DE ONTEM E DE HOJE, NA BELA MANSÃO DE JEAN PAUL PRATES E MURIELE, JUNTO COM MAGNÓLIA FONSECA, LIZ NÔGA E IVANILDO DE NATAL. NOITE INSUPERÁVEL.





MURIELE E JEAN PAUL PRATES, OS ANFITRIÕES DA NOITE.
A NOITE TEVE DE TUDO, ATÉ UMA SÓSIA DE DONA MARISA LETÍCIA. GENTE MUITO BACANA, ELEGANTE. E NÃO FALTOU ATÉ UMA GRAÇA,
QUE É GRANDE DOUTORA.
FÁTIMA (PERCUSSIONISTA) LUZINETE E LIZ NOGA ENQUANTO A LUA RESPLENDIA NO ALTO.
O ANFITRIÃO E SEU CARINHO COM OS AMIGOS LETICIANOS!
JEAN PIERRE COM ANA JÚLIA E MAX GABBAY
A OUTRA GRANDE ANFITRIÃ - MAGNÓLIA FONSECA - DANÇA COM MAX GABBAY (E JOÃO LÚCIO NEM SE IMPORTOU, LÁ DE JUNTO DA LUA, ACHOU BOM, AFINAL, O HOMEM É CASADO E BEM)!!!
UM SHOW - IVANILDO DE NATAL - TOCOU E CANTOU TUDO!!!
 SÓ TINHA GENTE BOA, PESSOAS MUITO SIMPÁTICAS COMO A LINDA FOFINHA DE BLUSA VERMELHO QUE DANÇOU E MANIFESTOU UMA ALEGRIA CONTAGIANTE. TINHA TAMBÉM A JORNALISTA NELLY, TUDO DE PAR E OS DONOS DA CASA! 
OS "CORLEONES" DA VIDA, CHARUTANDO AO MESMO TEMPO UM "FIDEL".
E LIZ NÔGA CANTOU! CANTOU LINDO, COMO SEMPRE, VOZ DE AMOR E EMOÇÃO, MAS, DIGA-SE, CANTOU ROMÂNTICAS, SAMBAS E UMA VELHARIA DANADA QUE MAGNÓLIA MOTIVAVA. E A GENTE SE LEMBRAVA DOS AVÓS, PAIS. OH! SERESTA BOA!
AMIGAS E EMPRESÁRIAS DA "MM EMPREENDIMENTOS" QUE RESOLVERAM FAZER A SERESTA: MAGNÓLIA E MURIELE. AMBAS DE ASTRAL MARAVILHOSO! E COMO ADORAM DANÇAR!
 "VIXE, ERA GENTE CUMO BEIA", ATÉ CONSTRUTOR DE HOSPITAL ONCOLÓGICO EM CAMPINA GRANDE: MARCOS ROCHA E A ESPOSA DARQUE!
PIA! MAX GABBAY E ESTAVA ANIMADÍSSIMO, ATÉ CANTOU "MY WAY" PARA O NOSSO DELÍRIO!
DANOU-SE, MAL SAÍRAM AS PRIMEIRAS NOTAS MUSICAIS DE "AS ROSAS NÃO FALAM". AS MENINAS CORRERAM PARA O OUTRO MICROFONE E DERAM SHOW! TEM MUITA ARTISTA NESTE MUNDO!
 
A CASA ENORME, COM ESPAÇOS PARA TUDO, PERMITIA QUE A MULHERADA FIZESSE A COREOGRAFIA QUE DESEJASSE. FOI DANÇA ATÉ ALTAS HORAS, CHEGUEI EM CASA JÁ QUASE ÀS QUATRO DA MADRUGADA LINDA.
CASAL MUITO QUERIDO: MAX SIMON GABBAY E ANA JÚLIA BARCESSAT GABBAY.
 
TEVE UM TRENZINHO A NOITE TODA. SÓ ALEGRIA!
NOSSOS AMORES: LUZINETE E LIZ NÔGA
UMA VOZ QUE NINGUÉM ESQUECE, UM GENTLEMAN!
EITA, O "BANDO DE HUSSEIN" POR POUCO NÃO PEGA OS TESOUROS DA NOITE.
ARRE, TINHA MUITO OURO!
 TINHA OURO ATÉ NOS PÉS DAS MULHERES!
 
MAGNÓLIA CORRE AO ABRAÇO EM LU APÓS A BELÍSSIMA APOLOGIA FEITA AO "SONETO DA FIDELIDADE", POR LUZINETE E LIZ. RICO MOMENTO!
 
E MURIELE CHAMOU SUA ESCUDEIRA FIEL (A QUITUTEIRA) PARA QUE ELA MOSTRASSE QUE TINHA O SAMBA NO PÉ. FOI SHOW!
"NOSSO AMOR QUE NÃO ESQUEÇO/ E QUE TEVE O SEU COMEÇO..."
TAMBÉM FAÇO POSE COM ARTISTA, EIS-ME COM O RICO!
RICO E SUA ALEGRIA!!!
RICO E LIZ NÔGA
FOI UMA NOITE INTENSAMENTE FELIZ, COREOGRAFIAS AS MAIS DIVERSAS, SERIA ELA UMA ESPANHOLA? QUE NADA, MAS QUE TEM UMA LINDA DANÇA, ISSO SIM, ROSANE.
MAIS DANÇA COM ANA JÚLIA  E MAX.
FÁTIMA SEGURANDO A BARRA DA MULHERADA CANTANDO ATÉ ALTAS HORAS.
ELAS CANTAM "BORBULHAS DE AMOR"
JEAN PAUL, O DONO DA CASA DEU SEU SHOW CANTANDO  ALGUMAS DO PEROLÁRIO ESPANHOL! 
 A LINDA CADELA HUSKY SIBERIANA DE JEAN PAUL, A QUEM ELE AMA. ELA É DÓCIL, MANSA, MAS FICOU A MAIOR PARTE DO TEMPO COM A COLEIRA, DEPOIS ELE NÃO SUPORTOU E DEIXOU-A LIVRE. UM AMOR!
MAS O QUE ESSAS MENINAS CANTARAM!
IMAGEM DE N.SRA, VESTIDA COM LINDO MANTO E O VESTIDO, TODO EM TECIDO, CONFECCIONADO POR AUXILIADORA PRAXEDES.
 
E ELA, LINDA, OBSERVANDO A NOITE
 
RECANTOS LINDOS DA CASA
 
"ABRAÇA-ME ASSIM, ESTA NOITE EU TE QUERO EM MEUS BRAÇOS, PRA SENTIR TEU CALOR, TEU PERFUME SUTIL, SOB O BRILHO DA LUA... 
E MAX GABBAY DEU UM VERDADEIRO SHOW COM A BELÍSSIMA INTERPRETAÇÃO DE "MY WAY" 
UMA NOITE INSUPERÁVEL E MAGNÓLIA JÁ PENSA NUMA RODA DE SAMBA. TUDO MARAVILHOSO, AS ENTRADAS, O BUFFET, AS COMPANHIAS ALEGRES E SIMPÁTICAS, O SOM MARAVILHOSO, OS CANTORES: IVANILDO DE NATAL E LIZ NÔGA, E OS QUERIDOS ANFITRIÕES: JEAN PAUL E MURIELE.

NEM PUDE BATER UMA FOTO DOS POMBINHOS: ELIZA FONSECA E SEU AMOR, QUE TAMBÉM CURTE A MÚSICA E INSTRUMENTOS, PORQUE ENTRARAM RAPIDAMENTE!!!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

ODETTE RIBEIRO PEREIRA - UMA GRANDE DAMA.


ODETTE RIBEIRO PEREIRA


UMA GRANDE DAMA
 Lúcia Helena Pereira (*)

 Cada um de nós guarda no coração e na memória, os seus mitos interiores, suas paixões, seus afetos, suas lembranças diletas. E eu não sou diferente. Em criança elegi esses mitos, como a simbologia de tudo que mais amei, admirei e preservei. Tive a minha avó paterna, Madalena Antunes, a única que conheci e tanto admirei e de quem guardo as lições imperecíveis que nenhuma circunstância apaga. Quando se encantou, Deus emprestou-me outra avó - Maria Olívia de Vasconcelos Dutra, mãe de Mariazinha, esposa de um oficial da Marinha. 
Tive o meu avô paterno de quem pouco me lembro, mas, acima dele, papai do céu me deu o vovô Maiorana (imigrante italiano), dono da Casa Vesúvio, na rua João Pessoa, que teve verdadeiro amor por mim. 
 Tive tios maravilhosos, primos do mais dócil afeto, e, assim, a vida me mimoseou com essas felicidades.
 Sempre irreverente, fugi dospreconceito de só amar os familiares maternos. Aboli isso de minha vida e fiz minhas escolhas, passando a admirar os meus eleitos.

 MINHA TIA - ODETTE RIBEIRO PEREIRA

 Ela nasceu em São José de Mipibi/RN e ainda criança perdeu seus pais, ficando sob a tutela dos tios: Gal. Jacinto Carrilho e Zulmira Ribeiro Dantas, morando com eles na vila militar em Realengo/RJ, depois, em Grajaú.
 Seguindo o curso do seu destino, veio morar com o irmão mais velho - Antonio Basílio Dantas Ribeiro, em Ceará-Mirim/RN. Nesse ínterim conheceu aquele por quem se enamorou, Ruy Antunes Pereira, casando-se aos 28 anos. Tiveram cinco filhos: Olavo Ruy, Adelmo e Maria, que foram a óbito, ainda pequeninos, ficando, Ruyzinho e Denise.

 A minha tia Odette tinha muitos dotes: tocava piano divinamente, fazia doces saborosos, escrevia singelos versos e era mestre na arte de fazer pãezinhos, cuja receita levou com ela. Era exímia costureira. Fazia lindos trajes para a filha Denise, sobretudo em época de veraneio na praia de Muriú, confeccionando vestidos, blusas e shorts para a filha amada. Era uma pessoa alegre e virtuosa. Durante os veraneios costumava formar grupos de sua amizade, para um bom carteado.
 Ao longo do tempo, era admirável observar a sua bela vaidade: sempre bem vestida, usando saltos altos, jóias, sem descartar, jamais, os perfumes franceses, tendo, como predileto, “Fleur de Rocaille”. E era, acima de tudo, uma pessoa muito simples e de fácil convivência.

 Teve três irmãos: Antônio Basílio, Inácio José Ribeiro e Jair Dantas Ribeiro, seu mais especial irmão e amigo, ex- ministro da guerra no governo de João Goulart.

Tia Odette usou sempre do melhor carinho com os sobrinhos, os quais, retribuíam com amizade e afeição.

Guardo dela, acima de tudo, a sua elegância moral e física. Uma mulher dotada de princípios honestos, jamais se perdendo nesses caminhos. Nunca se queixava de nada e tinha, em especial, a arte de sublimar as intempéries da vida. Estava sempre cheia de alegria. Sua casa, na avenida Deodoro, tinha a sua própria personalidade, a contar pelo jardim com os jarros abundantes dos mais belos espécimes vegetais. E ali ela recebia parentes e amigos, para lanches deliciosos, numa casa confortável e bem cuidada. Tio Ruy, que adorava ler e escrever, ficava no andar de cima, nas horas dessas tertúlias da esposa Detinha, (como a chamava carinhosamente) onde ele tinha sua escrivaninha e instrumentos para os seus momentos epistolares. 

Quando me casei e nasceu o meu primogênito - ABEL - tio Ruy e tia Odette foram visitá-lo e levaram lindos presentes. Mas tio Ruy logo reclamou: ”ora, filha, o nome dele devia ser Abel Neto, numa homenagem a Bebé” (Abel Antunes Pereira, meu pai e irmão dele). Mas expliquei-lhe que meu marido não quis perder seu sobrenome. 
 Adorava as visitas de tia Odete à minha casa no Condomínio Jardim Nova Dimensão. Tínhamos as afinidades maiores do coração, e era um verdadeiro deleite ouvi-la falar na bondade do meu pai e na grandeza como mamãe nos educou. Geralmente ela chegava às 15:30, com o motorista, Sr. José, e saía às 17:30. Jamais faltou um bom assunto, ela era um rio sempre cheio. E eu vibrava ao vê-la descrever os vestidos de sua época, os bailes, as marrafas de marfim que as mulheres usavam nos cabelos, as músicas, os leques madrilenos, as luvas de seda, e as grandes valsas que me levavam a imaginar la belle époque de la France... Adorava os filhos: Ruy Pereira Júnior e Denise Pereira Gaspar, o genro Arnaldo Neto Gaspar, a nora e os netos, aos quais se referia com o olhar iluminado: “Ah! Lucinha, serão eles a continuarem nossas vidas”... Não me lembro de alguma vez ter visto a minha tia triste. O sorriso estava tatuado em seus lábios, além de gostar de brincar com as coisas que achava engraçadas. Ela foi uma pessoa especial em minha vida, dela guardo o sentimento especial do amor que não conhece limitações e aumenta, a medida em que os anos vão passando, como se fosse uma caravana de ideais, num deserto iluminado.
 E, diga-se, ela foi, acima de tudo, uma grande dama!

 Gostei de fazer essas consignações por um motivo bem simples: a saudade, que é a riqueza do sentimento humano. Em vez de lágrimas, a música da poesia, como a canção de uma ave que passa por nós, no mistério das coisas impressentidas, que são a maneira de Deus escrever versos que acabam em poesia. 

 (*) Escritora

domingo, 15 de setembro de 2013

RICARDO SAN MARTIN LEVA AO TEATRO RIACHUELO, COM ENTRADAS POR APENAS TRINTA REAIS, UMA NOVA TENDÊNCIA NA ARTE MODA POTIGUAR, COM WANESSA CAMARGO ABRINDO O DESFILE DIA 18-09







RICARDO SAN MARTINI

















Mar Del Castro Dragão Fashion Brasil 2013 Ecos do Mangue “Ora água, ora terra. De sua margem vê danças incertas, flores abertas, iscas certas No respirar o mangue se entrelaça, ganha força, ganha raça. Vi crescer desde sua raiz, eu te vi resistir ao sal, E de morro em morro, no balanço do vento o cenário se transforma Areia, mangue, parque. Deságua no mar como o último passo de uma dança ensaiada que percorre uma cidade. Trançava em crochês uma realidade, um ecossistema, um bioma. E assim seguiu, seguia e segue cantando: Na terra nasci, para as águas irei.” A coleção Ecos do mangue é inspirada no Parque do Rio Coco e no mangue que o acompanha até o desaguar no mar. É resultado do programa de saúde ambiental realizado em parceria entre Mar Del Castro e Unimed Fortaleza e tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento humano e sustentável das comunidades de Fortaleza e do Ceará, por meio de ações educativas que estimulam o consumo consciente, o empreendedorismo social e a geração de renda de forma justa e solidária. Em um mix de cores, estampas e estilos que caracterizam o perfil da marca, Mar Del Castro pensa, vive e projeta para um público que quer se diferenciar, seja por composições que fogem do clichê, seja por novas formas, audácia e por que não sensualidade. O rigor nos detalhes, a primazia por sofisticação reforça um produto contemporâneo que invade balneários e resorts ganhando, também, as ruas de um público cosmopolita. As formas são democráticas, com ar de inocência que se vai e que enche a mulher de volúpia e sensualidade. Há variações no shape, que vão desde cortes básicos das sungas e biquínis, aos mais arrojados, com detalhes de bojos estruturados e maiôs elegantes com decotes vertiginosos. Vestidos amplos e esvoaçantes já marcam o estilo de Mar Del Castro. kaftans, bermudas e tops irresistíveis, completam o visual dos homens e mulheres de Mar Del Castro, com um certo ar militar. Destaque para o patchwork de estampas, tecidos planos e artesanais, sempre presente nas coleções. Para os homens, sempre jovens, elegantes e sedutores: shorts curtos, regatas e sungas trabalhados e carregados de identidade. Em tecidos reciclados, algodão e linho, misturas de fibras e com tingimento ecologicamente correto. O artesanato sempre presente: crochês, rendas e trançados de palha. As cores são vibrantes: amarelos, verdes, turquesas, vermelhos e fucsias se misturam nas peças, estampas e patchworks. A renda de bilro e crochê, bordados de richilieu
produzidos nos municípios de Aquiraz, Iguape, Mundaú e Nova Russas. Os tecidos modernos e tecnológicos também marcam presença nos biquínis. Misturas de fibras: algodão com seda, linho com seda e um puro algodão, agora são feitos de reciclados também. O Jersey opaco e as malhas e tecidos planos com fibras naturais e as sarjas proporcionam um efeito sofisticado e moderno ao beach couture da marca. Das dunas da Sapiranga à biodiversidade do mangue toda a sua vida é representada em cores fortes, vibrantes e quentes. Dos tons de areia e dourado misturam-se e transformam-se em vibrantes em tons de azul, verde, vermelho, laranja, amarelo e fucsia. O Branco traz esperança de mudança e transformação.