domingo, 7 de setembro de 2014

SÍNTESE HISTÓRICA DO MAIOR GRUPO EMPRESARIAL DO RIO GRANDE DO NORTE - AUTORIA: TOMISLAV R. FEMINICK.


A PRIMEIRA ONDA DO DESENVOLVIMENTO SÍNTESE HISTÓRICA DO MAIOR GRUPO EMPRESARIAL DO RIO GRANDE DO NORTE -  Tomislav R. Femenick 







Na última quadra do século XIX, o cenário empresarial de Mossoró registrou uma grande expansão. A cidade já contava com quase uma centena de firmas e teve um crescimento que superou todos os mercados concorrentes. Essa onda de desenvolvimento atraiu, inclusive, pessoas e empresas de outros países que para lá foram, tais como: Johan Ulrich Graf, Feles Finizola, Leges & Cia., William Dreifles, Henri Adams & Cia., Gustav Brayner, Guines & Cia., Conrad Mayer e o português José Damião de Souza Melo. Afora os estrangeiros, mossoroenses e pessoas de outros lugares do Nordeste também abriam casas de negócios. Foi o caso da Casa Mossoró & Cia., do cearense Joaquim da Cunha Freire, o Barão de Ibiapaba, Oliveira & Irmão, Souza Nogueira & Cia., Mota & Cavalcanti, Vicente da Mota & Cia., as firmas de Joaquim Zeferino de Holanda Cavalcanti, Teodoro José Pereira Tavares, Miguel Faustino do Monte, Antonio Soares do Couto, Manuel Lucas da Mota, Benício Mota e muitos outros. Dentre eles destacou-se Francisco Tertuliano de Albuquerque. A presença de todos esses homens de negócios se refletia na intensa movimentação do porto de Areia Branca. De 1893 a 1895, cento e cinquenta e seis embarcações atracaram naquele porto e em 1911, cento e treze navios nacionais e outros 153 estrangeiros levaram naquele porto e em 1911, cento e treze navios nacionais e outros 153 estrangeiros levaram produtos negociados por empresários de Mossoró, sendo 33 noruegueses, 30 ingleses, 50 alemães, 17 dinamarqueses, 10 suecos, seis holandeses, quatro portugueses, um americano, um francês e um russo. O porto de Areia Branca movimentava anualmente de 200 a 250 mil toneladas de cargas, enquanto o porto de Natal movimentava cerca de 40 mil e os de Fortaleza e Cabedelo, 90 mil cada um deles. Era o sétimo maior porto do Brasil, em movimentação de tonelagem. O porto dos mossoroense contribuía com 58% das receitas portuárias do Estado, enquanto que Natal contribuía com 40%, e Macau apenas com 2%. Até o final do século XIX, todas as mercadorias exportadas pelas firmas de Mossoró seguiam-se até o Porto de Santo Antônio, localizado a jusante do Rio Mossoró, em carros de bois ou comboios de burros, que conduziam fardos de algodão, peles e cera. Dali, os volumes eram transferidos em embarcações à vela até Areia Branca, de onde por sua vez, eram levados aos navios de maior calado, que ficavam ancorados em alto mar. De volta, os carros de bois e comboios traziam mercadorias importadas do exterior ou outras regiões do país, que eram levadas para Mossoró, de onde eram remetidas ao alto sertão potiguar, ao Ceará, à Paraíba ou mesmo para Pernambuco. Foi nesse cenário que, no ano 1869 o jovem Francisco Tertuliano de Albuquerque iniciou o seu comércio de fazendas, ferragens e miudezas, tudo em pequena escala, tanto assim que o seu capital inicial foi de apenas dezenove contos de réis. No ano seguinte a empresa foi devidamente regularizada, com o nome de F. T. de Albuquerque, e com a marca de fantasia de “Casa Tertuliano”. Depois sua razão social foi alterada, sucessivamente, para F. T. de Albuquerque & Cia., Tertuliano Fernandes & Cia. e, finalmente, S/A Mercantil Tertuliano Fernandes, em 1949. O primeiro gerente da firma foi o Dr. Euclides Saboia. A história da empresa está intimamente ligada à figura de Raimundo Nonato Fernandes, que nela ingressou como simples contínuo, foi nomeado gerente e, mais tarde, tornou-se sócio de seus antigos patrões. A expansão das atividades do grupo (incluindo a negociação de cera de carnaúba, peles e outros produtos da região) e a adoção de técnicas modernas no setor algodoeiro e salineiro levaram a SAMTEF a ser o maior grupo empresarial do Rio Grande do Norte. O IMPÉRIO DO SAL No início do século passado, o sal potiguar era bem conhecido e aceito no nordeste e em poucas outras regiões do país, enquanto que no sudeste, no centro-oeste e no sul, era consumido quase que exclusivamente sal importado de Cádiz, na Espanha. Raimundo Nonato Fernandes conseguiu vender a uma firma sulina trezentas toneladas de sal, por preço irrisório. Não queria lucro com essa transação, sim abrir o mercado para o nosso produto. Com esse ato o sal de do Rio Grande do Norte se impôs aos compradores nacionais. Esse foi o primeiro passou para a criação do verdadeiro império empresarial representado pelas empresas produtoras e refinadoras de sal, controladas pela S/A Mercantil Tertuliano Fernandes: a SOSAL, Salinas Guanabara e SALMAC. Até o final da primeira metade do século passado, nas margens dos rios Mossoró e Assú e de seus afluentes, o sal era produzido por processos arcaicos e antieconômicos. Somente a privilegiada localização das salinas é que pode sustentar essa “indústria artesanal”, com uma enganadora não necessidade de novas técnicas para se produzi-lo, muito embora o produto fosse caro, industrialmente falando. O sol abrasador, os ventos constantes, o solo impermeável e água com grau de salinidade superior à da água do mar escondiam essa carência. Porém novos tempos chegaram e a SAMTEF, correu em busca de novas tecnologias, que representassem menos custos. A Salinas Guanabara S/A foi a primeira salina brasileira integralmente planificada e totalmente mecanizada. Uma verdadeira fábrica de fazer sal. A SUDENE a considerou como um dos empreendimentos prioritários para o “desenvolvimento zonal salineiro”, com produção de 150 mil toneladas/ano, nos primeiros anos de sua atividade. Ocupava uma érea de 10.000.560 metros quadrados e operava com apenas 114 empregados, em perfeitas condições de trabalho. Dispunha de uma vila operária modelo, ambulatório, cooperativa de consumo, posto de saúde, escritórios, oficinas e garagem, tudo com água encanada, energia elétrica e rede de esgotos. A unidade produtora da SOSAL-S/A Salineira do Nordeste ocupava uma área de 26 milhões de metros quadrados, com uma zona de cristalização de 200 mil metros quadrados, onde no final dos anos 1960 eram produzidas 400 mil toneladas de sal. Tinha 80 empregados fixos e mais de 1.200, de setembro a março. Seu projeto incluía uma vila operária, oito alojamentos, um laboratório, um posto de observações meteorológicas, um restaurante, cooperativa de consumo, escola, clube para funcionários, ambulatório médico, escritórios, almoxarifado, posto de serviço e garagem. Por sua vez a SALMAC-Salicultores de Mossoró Macau Ltda. era proprietária da Salina São Vicente, também em Mossoró, cuja capacidade de produção era de 30 mil toneladas anuais. Entretanto suas atividades principais eram o refino e a distribuição da produção de do sal do grupo nos mercados consumidores, principalmente nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso e Espírito Santo. No porto de Santos-SP, possuía instalações de desembarque, com equipamentos que possibilitavam um fluxo normal de 300 toneladas por hora e, ainda, um depósito com capacidade de armazenamento para 25 mil toneladas de sal. Na capital paulista possuía outro depósito, com capacidade de cinco mil toneladas, e, ainda, um centro de moagem e refino. No Rio de Janeiro, tinha um depósito para sete mil toneladas de sal e instalações de moagem e refino. Visando obter recursos para incrementar o seu crescimento empresarial, a S/A Mercantil Tertuliano Fernandes se associou ao grupo do banqueiro Walter Moreira Sales (Unibanco), cedendo 50% das ações da SOSAL e Guanabara. Posteriormente, o grupo Moreira Sales transferiu sua participação para a norte-americana Morton International Inc. (hoje, Morton Nortwich Products Inc.), através de sua subsidiária Morton’s Salt Company, de Salt Lake City. O IMPÉRIO DO ALGODÃO O complexo algodoeiro da S/A Mercantil Tertuliano Fernandes se espalhava por toda região oeste potiguar. Possuía unidades de compra e/ou beneficiamento de algodão nas cidades de Pau dos Ferros, Apodi, Caraúbas, São Miguel, José da Penha, Marcelino Vieira, Patu e outras, além de grandes instalações de descaroçamento, enfardamento de algodão e linter e prensagem e extração de óleo em Mossoró. Nessa última foi utilizado pela primeira vez no Estado, no início dos anos 1960, o sistema de extração de óleo com a utilização de solvente químico. Nessa mesma década, foram criadas duas empresas subsidiárias: a Usina São Vicente S/A passou a cuidar das operações de compra e descaroçamento de algodão, bem como a venda do produto para o mercado nacional. Por sua vez, a Fábrica Raimundo Fernandes S/A realizava a extração de óleos vegetais. Sua linha de produção era composta de óleo bruto, semirrefinado e refinado; linter, borra de linter, torta magra (farelo), casca e borra de óleo. Dentre esses produtos, destacava-se o óleo comestível da marca Pleno. O próximo passo seria a implantação de uma unidade produtora de margarina, cuja maquinaria já estava sendo adquirida. Com o lançamento desse novo produto, a Fábrica Raimundo Fernandes completaria o ciclo de utilização integral dos recursos industrializáveis do caroço de algodão. A nova unidade estaria capacitada para produzir anualmente 2.290 toneladas de óleo bruto de algodão, 2.106 toneladas de óleo refinado, 1.310 toneladas de gordura hidrogenada, 1.700 toneladas de margarina, 61 toneladas de linter, 61 toneladas de borra de linter, 7.350 toneladas de torta magra (farelo), 1.225 toneladas de casca e 366 toneladas de borra de óleo. OUTRAS ATIVIDADES Além dos complexos salineiro e algodoeiro, a S/A Mercantil Tertuliano Fernandes se dedicou também ao comércio e exportação de cera de carnaúba e couros, importação, navegação, agenciamentos, comissões, representações, consignações, agricultura, pecuária, administração de bens próprios ou de terceiros e particulares em outras empresas. Na Fazenda Itaoca, localizada nos municípios de Caraúbas e Apodi (com uma área de 6.000 hectares que continha dois açudes) possuía cerca de 2.000 cabeças de gado e aproximadamente 10 mil carnaubeiras. Também faziam parte do grupo as empresas Apodi de Administração e Participações S/A, a holding do grupo, e SOTRAN-Sociedade Brasileira de Transporte Rio Mossoró Ltda; está última fazia o transporte do sal das salinas ao costado dos navios em alto mar, com embarcações próprias. OS EMPREENDEDORES A S/A Mercantil Tertuliano Fernandes somente conseguiu crescer graça ao espírito empreendedor de seus dirigentes. Homens com a visão de Francisco Tertuliano de Albuquerque e Raimundo Nonato Fernandes, na implantação da empresa, e Euclides Saboya, Vicente José Tertuliano Fernandes, Francisco Xavier Filho, Rodolfo Fernandes, Paulo Fernandes, Rafael Fernandes Gurjão, Julio Fernandes Maia, José de Oliveira Costa, e José Martins Fernandes, na etapa seguinte da sua consolidação. No seu grande momento, durante a expansão de seus negócios pelo país, o grupo SAMTEF foi conduzido por Valdemar Fernandes Maia (presidente) e Antônio Florêncio de Queiroz, bem como Aldemar Fernandes Porto e Francisco de Queiroz Porto, além de Heriberto Escolástico Bezerra, Renato Costa, Gabriel Fernandes de Negreiros, Jorge Paes de Carvalho, Humberto Vieira Martins, Fernando Paes de Carvalho, Francisco de Assis Queiroz, Fausto Pontes, Francisco Canindé de Queiroz, João Marcelino, Genésio Rebousas e muitos outros. Todavia, o artífice do seu crescimento foi Antônio Florêncio de Queiroz. Dele foram todas as grandes ideias e todos os grandes projetos; era o porta-voz das inovações e da modernização da empresa. Foi eleito deputado federal por quatro legislaturas consecutivas. A CRISE DO ALGODÃO É comum, inclusive entre estudiosos do assunto, atribuir-se ao bicudo (Anthononus grandis) a causa da crise da cotonicultura do Nordeste e, por extensão do nosso Estado. O certo é que foi uma série de fatores – que se sucederam e se repetiram ao longo do tempo – que impactaram o setor, provocando uma verdadeira hecatombe na agricultura, no comércio e na indústria ligada ao cultivo e beneficiamento do algodão. O bicudo apenas foi mais um desses fatores; muito danoso, porém não o mais letal. A ação de combate à praga exigia a pulverização das plantações utilizando agrotóxicos altamente danosos à outras espécies; vegetais e animais. Dependendo da região e das condições locais, o custo anual do produtor no combate ao bicudo variava entre R$ 200,00 e R$ 300,00 (em moeda corrente), por hectare, o que inviabiliza a continuidade de muitos produtores no setor. Entretanto, “causa mortis” da nossa cultura algodoeira foram fatores econômicos, acoplados à baixa produtividade. A escassez de recursos, as altas taxas de juros para financiamento da produção e beneficiamento da pluma e do caroço foram problemas levantados há quase sessenta anos nos “Encontros de Desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, organizados pela SUDENE em Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros. Pelo que ali foi dito, o montante das linhas de créditos, oferecidas pelo Banco do Brasil e Banco do Nordeste aos agricultores e maquinistas, sempre foram insuficientes, fato que ensejou o aparecimento dos atravessadores. Esses agentes foram importantes para o sistema, porém agregavam os custos, que já eram exorbitantes. Ainda no campo econômico, outro aspecto encarecia (e ainda encarece) a produção do algodão potiguar: a quase ausência de economia de escala. A nossa cotonicultura é oriunda de unidades produtoras familiares de pequenas dimensões, verdadeiros minifúndios, além do mais em espaços não contínuos. Cada uma dessas unidades cuida do seu preparo da terra, do seu plantio, da sua aplicação de defensivos, da sua colheita etc., numa cadeia de custos que se multiplicam. Por outro lado, a pequena dimensão das propriedades dificulta a mecanização dos processos, geralmente realizada com máquinas caras, até quando alugadas. Matéria-prima prima escassa (e cara) sustou os projetos de crescimento e mesmo de continuidade das unidades algodoeiras do grupo SAMTEF. A CRISE DO SAL A primeira grande crise nas unidades salineiras ocorreu em 1961, quando o Rio Mossoró invadiu as salinas de Mossoró, Grossos e Areia Branca, provocando um serio prejuízo aos industriais salineiros, pela destruição de aproximadamente 600 toneladas de sal e das benfeitorias existentes nas salinas. Entretanto o maior prejuízo foi causado às iniciativas de mecanização das salinas, principalmente aquelas desenvolvidas pelos grupos S/A Mercantil Tertuliano Fernandes, F. Souto, Paulo Fernandes e Miguel Faustino Souto do Monte. A esse cenário se juntavam os altos custos de carregamento dos navios, transporte e desembarque nos portos do centro e sul do país, o mercado consumidor do produto. Essa fase era tão ou mais arcaica que a primeira, fazendo com que o sal produzido no Rio Grande do Norte custasse mais de seis vezes quando chegava a São Paulo e no Rio de janeiro. A situação, que era delicada, caminhava para ficar alarmante. Durante a visita que realizou a Mossoró, em fevereiro de 1967, Mario Thibau, o então Ministro das Minas e Energia, declarou que a indústria salineira do Rio Grande do Norte poderia sofrer um grande abalo dentro de prazo médio. No mesmo ano, o Instituto Brasileiro do Sal foi extinto e em 1970 os norte-americanos adquiriram o restante das ações da SOSAL e da Guanabara, ficando com a totalidade do capital social de ambas, para o que teriam contado com recursos do grupo Rockefeller. Foi o início do fim do maior grupo empresarial do Rio Grande do Norte.

 Tribuna do Norte. Natal, 07 set. 4014 ]

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"OS MOCÓS DA ITABIRABA DO CÓRREGO DO RETORTO" A SER MINISTRADA NO AUDITÓRIO DO IHG/RN.





O INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN E O INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL, IPHAN/RN, TÊM A SATISFAÇÃO DE CONVIDAR V.SA. PARA ASSISTIR A  CONFERÊNCIA "OS MOCÓS DA ITABIRABA DO CÓRREGO DO RETORTO", SOBRE EXPEDIÇÃO EM TORNO DE MINAS DE PRATAS PELOS NEERLANDESES, AO LONGO DO CURSO DO POTENGI, A SER MINISTRADA PELO DR, BENJAMIN TEENSMA, PROFESSOR EMÉRITO DA UNIVERSIDADE DE LEIDEN, NOS PAÍSES BAIXOS.

LOCAL: AUDITÓRIO DO IHG/RN
RUA DA CONCEIÇÃO, 622  CIDADE ALTA
DATA: 25-09-2014
HORA: 19:30


(ENTRADA LIVRE NO LIMITE DOS ASSENTOS DISPONÍVEIS).

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DO RIO GRANDE DO NORTE - ALEJURN ELEIÇÃO PARA A DIRETORIA E CONSELHO FISCAL COMUNICAÇÃO DA ÚNICA CHAPA INSCRITA A COMISSÃO ELEITORAL


ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DO RIO GRANDE DO NORTE - ALEJURN ELEIÇÃO PARA A DIRETORIA E CONSELHO FISCAL COMUNICAÇÃO DA ÚNICA CHAPA INSCRITA A COMISSÃO ELEITORAL designada pela Portaria n° 01/2014-P, de 10 de julho de 2014, da Presidente, em exercício, da Instituição, COMUNICA aos interessados, para os fins de direito, que foi deferido o pedido de inscrição da chapa única “UNIÃO PELA CULTURA JURÍDICA” para os cargos da ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DO RIO GRANDE DO NORTE – ALEJURN – biênio 2014-2016, cujo pleito ocorrerá no dia 12 de setembro de 2014, em sua sede provisória sita à Avenida Afonso Pena, 1155, 2° andar – Tirol – Natal/RN (dependências da Procuradoria Geral do Estado do RN), no horário das 8 às 16 horas, para o preenchimento dos diversos cargos da Diretoria e do Conselho Fiscal, composta dos seguintes Acadêmicos pretendentes, registrados para concorrerem aos seguintes cargos:
 DIRETORIA: Presidente: JOSÉ ADALBERTO TARGINO ARAÚJO, Vice-Presidente: ZÉLIA MADRUGA, Secretário Geral: LÚCIO TEIXEIRA DOS SANTOS; Secretário Geral Adjunto: ARTHÚNIO DA SILVA MAUX; Tesoureiro: JOSÉ DANIEL DINIZ. CONSELHO FISCAL: Três (03) Membros: JOSONIEL FONSECA DA SILVA, LUIZ ANTÔNIO MARINHO e FRANCISCO DED SALES MATOS. 
 O edital com as normas editalícias completas está afixado na sede provisória da Instituição, no início indicada. 

Natal/RN, 03 de setembro de 2014 


 A Comissão Eleitoral  
FRANCISCO DE ASSIS CÂMARA
Presidente
 
CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES
Membro
 
ODÚLIO BOTELHO MEDEIROS
Membro

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A ALEJURN EM DIA DE FESTA: HOMENAGENS E PALESTRAS, SOB A PRESIDÊNCIA DA DRA. ZÉLIA MADRUGA.




 DRA. ZÉLIA MADRUGA
DR. JURANDYR NAVARRO E DRA. ZÉLIA MADRUGA
















A ALEJURN (Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte) realizou, nesta sexta-feira, 29-08, no auditório da Procuradoria Geral do Estado (Av. Afonso Pena, 1155 - Tirol), sessão especial presidida pela dra. Zélia Madruga, na qualidade de Presidente, até o retorno do dr. Adalberto Targino que encontra-se sob cuidados médicos. A solenidade teve a finalidade de entrega de diplomas de Reconhecimento por relevantes serviços prestados à ALEJURN, aos senhores Tomislav R. Femenick, Ormuz Barbalho Simonetti, Marcos Guerra (representado durante a solenidade, pelo filho Gabriel), José Marcelo Ferreira Costa, Adriana Torquato, David de Medeiros Leite, Roberto Magalhães, Clauder Arcanjo, Cel. PM Ângelo Dantas, George Antônio de Oliveira Veras e Israel Ferreira Nunes Neto. 
 Igualmente importante deu-se a homenagem da Procuradora de Justiça - Adriana Torquato - enfatizando sua satisfação em pertencer à ALEJURN através do dr. Jurandyr Navarro, o qual recebeu palavras de carinho e elogio.
 Na ocasião, ocorreu, com brilhantismo, a palestra do professor Tomislav R. Femenick, desenvolvendo o tema "A perícia como base da decisão judicial" que encantou a todos.

 Após a solenidade um grupo reuniu-se para festejar o aniversário do confrade ARTHÚNIO MAUX, com saboroso almoço no Buongustaio da av. Afonso Pena, regado com boas conversas e poesias da melhor qualidade, com Arthúnio Maux e Odúlio Botelho. 

Registramos, entre outras, a significativa presença da querida amiga Geíza Galvão Simonetti, esposa do homenageado Ormuz Barbalho Simonetti, presidente do Instituto Norte-
Rio-Grandense de Genealogia e Vice-presidente do IHG/RN.

O evento que teve início às 10 da manhã,  encerrou-se às 17 horas após o almoço. 

(Nesta página,  o registro de algumas fotos).

sábado, 16 de agosto de 2014

OS "CONTOS DE FADAS" QUE TRANSFORMAM-SE EM REALIDADE PARA JACI RAMOS E GIZELDA VILLAR RAMOS.

ELE APAIXONOU-SE PELA MULHER DE SUA VIDA, A PRIMEIRA VISTA, EM 2O11. 
E ENCONTRARAM-SE ATRAVÉS DE UM POEMA DO PARAIBANO RONALDO CUNHA LIMA, CITADO POR ELA EM FACEBOOK. ELE ENTÃO RESOLVEU PROCURÁ-LA, MAS, MUITO TÍMIDO, NÃO SE APROXIMAVA. MANDAVA MENSAGENS AS MAIS AMOROSAS POSSÍVEIS. E ELE É DO TEMPO DAQUELES ROMÂNTICOS QUE AINDA MANDAM FLORES

ELE NÃO DIZIA O QUE TANTO SONHAVA: QUE A AMAVA. E UM DIA VEIO DA TERRA DELE,  JOÃO PESSOA, PROCURÁ-LA, MAS ELA ESTAVA DE MALAS PRONTAS PARA UM GIRO PELOS EUA COM AMIGAS. ELE QUERIA QUE FICASSE MAS ELA, MESMO JÁ SE INTERESSANDO POR ELE, FEZ A VIAGEM.
AO RETORNAR ELE FEZ-LHE UMA VISITA E LHE OLHAVA COM AMOR E ANSIEDADE.
MAS NÃO DEU O PRIMEIRO PASSO. FOI QUANDO ELA TOMOU A GRANDE INICIATIVA: "QUER CASAR COMIGO"?

ELE EXPRESSOU A SUA GRANDE FELICIDADE COM UM BEIJO APAIXONADO E ESTÃO CASADOS ECADA VEZ MAIS APAIXONADOS.


"HOJE O CÉU E A TERRA ME SORRIRAM,  HOJE RECEBI O SOL NO FUNDO DA MINHA ALMA. HOJE EU A VI E ELA OLHOU PARA MIM,,,"  HOJE ACREDITO EM CONTOS DE FADAS.


SEJAM SEMPRE FELIZES E PARABÉNS!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

AZYNUTH CONVIDA PARA O LANÇAMENTO DOS SEGUINTES LIVROS: "O RN E O PROBLEMA DA SUCESSÃO PRESIDENCIAL" E "O MEU GOVERNO"






Lançamentos Azynuth


 Azymuth convida para seus novos lançamentos.
 Tratam-se dos livros: “O Rio Grande do Norte e o Problema da Succesão Presidencial” de José Augusto Bezerra de Medeiros (1884-1971) e Juvenal Lamartine de Faria (1874-1956). Publicado originalmente em 1929, relata os acontecimentos sobre a candidatura de Júlio Prestes a Presidência da República, que culminaram com a revolução de 1930. “O Meu Governo” de Juvenal Lamartine de Faria. Publicado originalmente em 1933, o ex-presidente do estado do Rio Grande do Norte decaído na Revolução de 1930, descreve os feitos de sua gestão progressiva. Ambas as edições são fac-similares, contam com introdução de Wandyr Villar e são comemorativas aos 140 anos de nascimento de Juvenal Lamartine e aos 130 anos de nascimento de José Augusto Bezerra de Medeiros. Venda dos Livros: Respectivamente: R$ 22,00 e R$ 37,00. Valores exclusivos para o dia do lançamento. Parte das vendas ajudará o Hospital Infantil Varela Santiago. 

Data e Local dos Lançamentos: 
 Livraria NOBEL Dia 09/08/2014 (sábado) a partir das 17hs. AV: Salgado Filho - 1782 (em frente ao Hospital Walfredo Gurgel) Tel: 3613-2007.
 Estacionamento para 50 carros por trás da livraria, entrada lateral.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

CONVOCAÇÃO DA REUNIÃO PLENÁRIA ORDINÁRIA DA UBE/RN, EM 07-08-2014, NA ANL.

ROBERTO LIMA DE SOUZA
PRESIDENTE

Caros confrades,

 Saudações a todos e votos de êxito na nossa missão!

 Depois desse recesso em tempo de copa e de chuvas, conclamamos todos a uma ativa participação. Estivemos, nesse período, realizando algumas pequenas reuniões setorias de planejamento de atividades principais e mantendo alguns contatos com a Secretaria de Educação em Companhia dos confrades Manuel Marque e Eduardo Gosson. 
 Como assunto principal, convidamos todos a comparecerem à próxima reunião da UBE/RN: 

Local: ANL (Sala do Conselho Estadual de Educação)
 Hora: 16h 
Data: 07/08/2014 (quinta-feira) 
- Ata - Informes da Presidência 

- Informes gerais. 

- ORDEM DO DIA: - Encontro Potiguar de Escritores e Retomada da Programação, 
 - Proposta Novos sócios,
 - Pendências Situação Cartorial UBE e outras pendências - Análise de pendências das anuidades e propostas
 - Site e Blog da UBE
 - Proposta de Gratificação, para a servidora do Estado, por apoio às Reuniões da UBE,
 - Outros assuntos de Interesse da UBE. 

Solicitamos à confreira Lúcia Helena, a divulgação da Reunião nos termos dessa convocação.

 Enfatizamos a importância do comparecimento de todos, para o que solicitamos confirmação. 

 Com atenciosas saudações,

 Roberto Lima de Souza - Presidente da UBE/RN .