domingo, 16 de novembro de 2014
VIVER E CONVIVER COM A CAATINGA TOMISLAV R. FEMENICK - CONTADOR, MESTRE EM ECONOMIA E HISTORIADOR.
VIVER E CONVIVER COM A CAATINGA TOMISLAV R. FEMENICK - CONTADOR, MESTRE EM ECONOMIA E HISTORIADOR. A caatinga (do tupi-guarani: caa, planta + tinga, cinzento = planta cinzenta) é um tipo peculiar de vegetação que predomina e caracteriza as regiões do semiárido nordestino. Esse conjunto de plantas de pequeno porte é um bioma exclusivamente brasileiro e é formado pelos tipos de clima e solo, que resulta em arbustos de pouca folhagem e floração, com aspecto frágil, lenhoso e áspero. As chuvas são irregulares, inclusive com secas periódicas. O solo, raso e pedregoso, é composto por vários e diferentes tipos de rochas. Esse tipo de mata ocupa uma área de mais de 800 mil km², que corresponde a 70% da região nordeste e 10% do território nacional, e atinge 1.482 municípios dos Estados nordestinos e do vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Cactos, bromeliáceas (plantas de caule reduzido, folhas simples e inteiras) e outras xerófilas ocorrem de forma paralela, dando lugar a uma paisagem de grande contraste entre as épocas de estiagem e as chuvosas. Tem-se, também, o pereiro, o faveleiro, a baraúna, a aroeira, o angico, a quixabeira, a oiticica, o juazeiro, o pau-ferro, o mandacaru, o facheiro, o xiquexique, a coroa-de-frade, a macambira e a palma. As árvores da caatinga dispõem de recursos próprios para o uso intensivo das águas. Enquanto umas armazenam água em sua estrutura, outras possuem raízes superficiais e espalhadas para captar o máximo de água da chuva ou raízes profundas para atingir as regiões úmidas do subsolo. E há aquelas que possuem espinhos e poucas folhas, como meio de reduzir a transpiração das suas reservas de umidade. Surpreendentemente, a sua fauna é rica e diversificada. Onça vermelha, veado-catingueiro, preá, gambá, sapo-cururu, cutia, tatus, ararinha-azul, asa-branca, macaco prego, saguis, capivara, tartarugas, cágados, jabutis, cachorro-do-mato, gato-do-mato, bicho preguiça, 45 tipos de cobras, 40 espécies de lagartos, aracnídeos, roedores, insetos, e muitos outros. Quase 30 milhões de brasileiros vivem nas regiões de caatinga e dependem de seus recursos naturais para sobreviver. O problema é o uso intensivo desses recursos. Estudos do IBAMA calculam que, até o final da década passada, aproximadamente 43% da área de caatinga já tinha sido desmatada, o que acelera o seu processo de desertificação – a modificação ambiental que leva à formação de desertos. Esse desmatamento tem origem que vão além das causas naturais, como o permanente problema de escassez de água, agora agravado pela seca continuada dos últimos anos. Destrói-se a mata para implantação de projetos agropecuários: agricultura irrigada artificialmente e plantação de alimento para o gado, que logo são abandonados pela falta de água. Outra causa é a extração de madeira para produção de lenha e carvão, para uso doméstico e industrial, este principalmente em olarias. Entretanto, o desmatamento da caatinga não tem provocado o desenvolvimento econômico desejado. Contraditoriamente, essas regiões são as mais pobres do país e as que sofrem uma das maiores pressão populacional, o que resulta na região semiárida com o maior índice populacional do mundo. Apesar de grave, o problema socioeconômico da população da caatinga não tem sido prioridade dos governos federal e dos Estados. As políticas públicas para essas regiões têm sido pontuais e irregulares; desde o Império, a República Velha até os tempos atuais. A grande lacuna é a descontinuidade dos programas que são criados em épocas de secas e desaparecem logo que caem as primeiras chuvas. Construir cisternas, distribuir água com carros pipas são socorros para evitar a morte pela sede. Todavia programas de desenvolvimento econômico não existem e, se existem, não são executados. Exemplo é a transposição das águas do Rio São Francisco, projeto prometido, alardeado, parado e esquecido.
Tribuna do Norte. Natal, 15 nov. 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
LEOMAR MARCHESIN, COORDENADORA DA UNINTER/PR, MINISTROU PALESTRA, EM MONTE ALEGRE/RN, FOI HÓSPEDE DO NATAL MAR HOTEL , DEU BONS PASSEIOS PELAS PRAIAS, PELO IATE CLUBE, POR PONTA NEGRA E PROVOU DO CARDÁPIO DO SAPIDA CAFETERIA E HOJE. APÓS A COMPANHIA DA AMIGA HERBENE VARELA DOMINGUES, RAFAELA (A Q UEM VIU NASCER) E SEU FILHO JOÃO EDUARDO E EUZINHA. AGORA FOI REPOUSAR JÁ NO APARTAMENTO DE HERBENE. RETORNANDO NESTE SÁBADO AO PARANÁ.
PONTA NEGRA E O MORRO DO CARECA
A QUERIDA LEOMAR NO IATE CLUBE DE NATAL, MEIA HORA ANTES DO POR DO SOL
E COMO ELA GOSTOU DA NOSSA ÁGUA DE COCO E DE SENTIR O VENTO ACARICIAR SEU ROSTO!
SILVIA, GRANDE ANFITRIÃ RESPONSÁVEL PELAS DELÍCIAS ´SÁPIDA CAFETERIA, DANDO AS BOAS VINDAS
À LEOMAR E HERBENE QUE JÁ É FREGUEZA.
RAFAELA, HERBENE, LEOMAR. A FOFA E JOÃO EDUARDO.
AS GRANDES AMIGAS, JÁ NOAPARTAMENTO DE HERBENE
LEOMAR E O FORTE DOS REIS MAGOS AO FUNDO
LEOMAR E JOÃO EDUARDO
RAFAELA E LEOMAR
A PROFESSORA LEOMAR VEIO À NATAL PARA PARTICIPAR DO PRIMEIRO SEMINÃRIO MUNICIPAL INTERSETORIAL SOBRE INCLUSÃO SOCIAL EM MONTE ALEGRE/RN
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
NESSE ÚLTIMO DOMINGO, 09-11, FOI REALIZADA A FEIJOADA DANÇANTE NO ESPAÇO ELIETE REGINA, DE SAN VALE, COM MUITA MÚSICA, FEIJÃO E MUITA ALEGRIA. (PARTE 02)
ELIETE REGINA EM BREVFES PALAVRAS ABRE O EVENTO
A GRANDE ESTRELA - ANA PASCOAL - QUE ENCANTOU LUIZA MARIA DANTAS. ELA QUE ENTENDE MÚSICA E DE NOTAS MUSICAIS,VIBROU E SE EMOCIONOU COM ESSA GRANDE ESTRELA DA MÚSICA.
PÉS DE OURO: LUIZA MARIA DANTAS E JOANILSON DE PAULA REGO.
IVANILDO DE NATAL
LUÍZA E SUA ALEGRIA
sábado, 8 de novembro de 2014
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